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Karoli -
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|Hebreus 12:2|
Nézvén a hitnek fejedelmére és bevégezõjére Jézusra, a ki az elõtte levõ öröm helyett, megvetve a gyalázatot, keresztet szenvedett, s az Isten királyi székének jobbjára ült.
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3
|Hebreus 12:3|
Gondoljátok meg azért, hogy õ ily ellene való támadást szenvedett el a bûnösöktõl, hogy el ne csüggedjetek lelkeitekben elalélván.
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4
|Hebreus 12:4|
Mert még végig nem állottatok ellent, tusakodván a bûn ellen.
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5
|Hebreus 12:5|
És elfeledkeztetek-é az intésrõl, a mely néktek mint fiaknak szól: Fiam, ne vesd meg az Úrnak fenyítését, se meg ne lankadj, ha õ dorgál téged;"
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6
|Hebreus 12:6|
Mert a kit szeret az Úr, megdorgálja, megostoroz pedig mindent, a kit fiává fogad.
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7
|Hebreus 12:7|
Ha a fenyítést elszenveditek, akkor veletek úgy bánik az Isten, mint fiaival; mert melyik fiú az, a kit meg nem fenyít az apa?"
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|Hebreus 12:8|
Ha pedig fenyítés nélkül valók vagytok, melyben mindenek részesültek, korcsok vagytok és nem fiak.
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|Hebreus 12:9|
Aztán, a mi testi apáink fenyítettek minket és becsültük õket; avagy nem sokkal inkább engedelmeskedünk-é a lelkek Atyjának, és élünk!"
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|Hebreus 12:10|
Mert ám azok kevés ideig, tetszésök szerint fenyítettek; õ pedig javunkra, hogy szentségében részesüljünk."
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|Hebreus 12:11|
Bármely fenyítés ugyan jelenleg nem látszik örvendetesnek, hanem keservesnek, ámde utóbb az igazságnak békességes gyümölcsével fizet azoknak, a kik általa gyakoroltatnak.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva