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Karoli -
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19
|Hebreus 3:19|
Látjuk is, hogy nem mehettek be hitetlenség miatt.
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1
|Hebreus 4:1|
Óvakodjunk tehát, hogy mivel megvan az õ nyugodalmába való bemenetel ígérete, valaki közületek fogyatkozásban levõnek ne láttassék.
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2
|Hebreus 4:2|
Mert nékünk is hirdettetett az evangyéliom, miképen azoknak: de nem használt nékik a hallott beszéd, mivel nem párosították hittel azok, a kik hallották.
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3
|Hebreus 4:3|
Mert mi, hívõk, bemegyünk a nyugodalomba, miképen megmondotta: A mint megesküdtem az én haragomban, nem fognak bemenni az én nyugodalmamba; jóllehet munkáit a világ megalapításától kezdve bevégezte."
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4
|Hebreus 4:4|
Mert valahol a hetedik napról ekképen szólott: És megnyugovék Isten a hetedik napon minden õ cselekedeteitõl.
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5
|Hebreus 4:5|
És ugyanabban ismét: Nem mennek be az én nyugodalmamba.
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6
|Hebreus 4:6|
Mivelhogy annakokáért áll az, hogy némelyek bemennek abba, és a kiknek elõször hirdettetett az evangyéliom, nem mentek be engedetlenség miatt:
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7
|Hebreus 4:7|
Ismét határoz egy napot: Ma, szólván Dávid által annnyi idõ multán, a mint elõbb mondva volt. Ma, ha az õ szavát halljátok, meg ne keményítsétek a ti szíveiteket.
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8
|Hebreus 4:8|
Mert ha õket Józsué nyugodalomba helyezte volna, nem szólana azok után más napról.
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9
|Hebreus 4:9|
Annakokáért megvan a szombatja az Isten népének.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva