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Karoli -
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|Lamentações 2:9|
Kapui besülyedtek a földbe, elveszté és összetöré annak zárait; királya és fejedelmei a pogányok közt vannak. Nincsen törvény, sõt prófétái sem nyernek kijelentést az Úrtól."
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|Lamentações 2:10|
A földön ülnek, elnémultak Sion leányának vénei, port szórtak a fejökre; zsákba öltöztek, földre csüggesztették fejöket Jeruzsálemnek szûzei."
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|Lamentações 2:11|
Elsenyvedtek szemeim a könyhullatástól, belsõ részeim háborognak, májam a földre omlik az én népem leányának romlása miatt, mikor elalélt a kis gyermek és a csecsszopó a város utczáin.
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|Lamentações 2:12|
Azt mondták anyjoknak: Hol a kenyér, meg a bor? mikor elaléltak, mint a sebesültek a város utczáin, mikor kilehelték lelköket anyjoknak kebelén.
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|Lamentações 2:13|
Mivel bizonyítsak melletted, mihez hasonlítsalak, Jeruzsálem leánya, mivel mérjelek össze téged, hogy megvígasztaljalak, Sionnak szûz leánya?! Bizony nagy a te romlásod, mint a tenger: kicsoda gyógyít meg téged?!
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|Lamentações 2:14|
A te prófétáid hazugságot és bolondságot hirdettek néked, és nem fedték fel a te álnokságodat, hogy elfordították volna fogságodat; hanem láttak tenéked hazug és megtévelyítõ prófétálásokat."
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|Lamentações 2:15|
Összecsapják feletted kezöket minden járó-kelõk; süvöltenek és csóválják fejöket Jeruzsálem leánya felett: Ez-é az a város, a melyrõl azt mondták: tökéletes szépség, az egész földnek öröme?"
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|Lamentações 2:16|
Feltátották ellened szájokat minden ellenségeid; süvöltenek és csikorgatják fogukat, mondván: Nyeljük el õt! Bizony ez a nap az, a melyet vártunk; megértük, látjuk!"
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|Lamentações 2:17|
Megcselekedte az Úr, a miket gondolt; beváltotta szavát, a melyet szólt eleitõl fogva; rombolt és nem kimélt, és megvidámította rajtad az ellenséget, felemelte szarvát a te szorongatóidnak."
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|Lamentações 2:18|
Kiáltott az õ szívök az Úrhoz: Oh Sion leányának kõfala! Folyjon alá könnyed mint a patak, éjjel és nappal; ne szakadjon félbe, síró szemed meg se pihenjen."
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva