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Karoli -
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|Lamentações 2:9|
Kapui besülyedtek a földbe, elveszté és összetöré annak zárait; királya és fejedelmei a pogányok közt vannak. Nincsen törvény, sõt prófétái sem nyernek kijelentést az Úrtól."
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|Lamentações 2:10|
A földön ülnek, elnémultak Sion leányának vénei, port szórtak a fejökre; zsákba öltöztek, földre csüggesztették fejöket Jeruzsálemnek szûzei."
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11
|Lamentações 2:11|
Elsenyvedtek szemeim a könyhullatástól, belsõ részeim háborognak, májam a földre omlik az én népem leányának romlása miatt, mikor elalélt a kis gyermek és a csecsszopó a város utczáin.
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|Lamentações 2:12|
Azt mondták anyjoknak: Hol a kenyér, meg a bor? mikor elaléltak, mint a sebesültek a város utczáin, mikor kilehelték lelköket anyjoknak kebelén.
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|Lamentações 2:13|
Mivel bizonyítsak melletted, mihez hasonlítsalak, Jeruzsálem leánya, mivel mérjelek össze téged, hogy megvígasztaljalak, Sionnak szûz leánya?! Bizony nagy a te romlásod, mint a tenger: kicsoda gyógyít meg téged?!
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|Lamentações 2:14|
A te prófétáid hazugságot és bolondságot hirdettek néked, és nem fedték fel a te álnokságodat, hogy elfordították volna fogságodat; hanem láttak tenéked hazug és megtévelyítõ prófétálásokat."
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|Lamentações 2:15|
Összecsapják feletted kezöket minden járó-kelõk; süvöltenek és csóválják fejöket Jeruzsálem leánya felett: Ez-é az a város, a melyrõl azt mondták: tökéletes szépség, az egész földnek öröme?"
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16
|Lamentações 2:16|
Feltátották ellened szájokat minden ellenségeid; süvöltenek és csikorgatják fogukat, mondván: Nyeljük el õt! Bizony ez a nap az, a melyet vártunk; megértük, látjuk!"
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17
|Lamentações 2:17|
Megcselekedte az Úr, a miket gondolt; beváltotta szavát, a melyet szólt eleitõl fogva; rombolt és nem kimélt, és megvidámította rajtad az ellenséget, felemelte szarvát a te szorongatóidnak."
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18
|Lamentações 2:18|
Kiáltott az õ szívök az Úrhoz: Oh Sion leányának kõfala! Folyjon alá könnyed mint a patak, éjjel és nappal; ne szakadjon félbe, síró szemed meg se pihenjen."
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva