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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Louis Segond (1910) -
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|1 Crônicas 27:1|
Enfants d'Israël selon leur nombre, chefs de maisons paternelles, chefs de milliers et de centaines, et officiers au service du roi pour tout ce qui concernait les divisions, leur arrivée et leur départ, mois par mois, pendant tous les mois de l'année, chaque division étant de vingt-quatre mille hommes.
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2
|1 Crônicas 27:2|
A la tête de la première division, pour le premier mois, était Jaschobeam, fils de Zabdiel; et il avait une division de vingt-quatre mille hommes.
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3
|1 Crônicas 27:3|
Il était des fils de Pérets, et il commandait tous les chefs des troupes du premier mois.
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4
|1 Crônicas 27:4|
A la tête de la division du second mois était Dodaï, l'Achochite; Mikloth était l'un des chefs de sa division; et il avait une division de vingt-quatre mille hommes.
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5
|1 Crônicas 27:5|
Le chef de la troisième division, pour le troisième mois, était Benaja, fils du sacrificateur Jehojada, chef; et il avait une division de vingt-quatre mille hommes.
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6
|1 Crônicas 27:6|
Ce Benaja était un héros parmi les trente et à la tête des trente; et Ammizadab, son fils, était l'un des chefs de sa division.
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7
|1 Crônicas 27:7|
Le quatrième, pour le quatrième mois, était Asaël, frère de Joab, et, après lui, Zebadia, son fils; et il avait une division de vingt-quatre mille hommes.
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8
|1 Crônicas 27:8|
Le cinquième, pour le cinquième mois, était le chef Schamehuth, le Jizrachite; et il avait une division de vingt-quatre mille hommes.
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9
|1 Crônicas 27:9|
Le sixième, pour le sixième mois, était Ira, fils d'Ikkesch, le Tekoïte; et il avait une division de vingt-quatre mille hommes.
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10
|1 Crônicas 27:10|
Le septième, pour le septième mois, était Hélets, le Pelonite, des fils d'Ephraïm; et il avait une division de vingt-quatre mille hommes.
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva