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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Louis Segond (1910) -
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|1 Crônicas 1:41|
Fils d'Ana: Dischon. Fils de Dischon: Hamran, Eschban, Jithran et Keran. -
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42
|1 Crônicas 1:42|
Fils d'Etser: Bilhan, Zaavan et Jaakan. -Fils de Dischan: Uts et Aran. -
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43
|1 Crônicas 1:43|
Voici les rois qui ont régné dans le pays d'Edom, avant qu'un roi régnât sur les enfants d'Israël. -Béla, fils de Beor; et le nom de sa ville était Dinhaba. -
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44
|1 Crônicas 1:44|
Béla mourut; et Jobab, fils de Zérach, de Botsra, régna à sa place. -
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45
|1 Crônicas 1:45|
Jobab mourut; et Huscham, du pays des Thémanites, régna à sa place. -
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46
|1 Crônicas 1:46|
Huscham mourut; et Hadad, fils de Bedad, régna à sa place. C'est lui qui frappa Madian dans les champs de Moab. Le nom de sa ville était Avith. -
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47
|1 Crônicas 1:47|
Hadad mourut; et Samla, de Masréka, régna à sa place. -
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48
|1 Crônicas 1:48|
Samla mourut; et Saül, de Rehoboth sur le fleuve, régna à sa place. -
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49
|1 Crônicas 1:49|
Saül mourut; et Baal-Hanan, fils d'Acbor, régna à sa place. -
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|1 Crônicas 1:50|
Baal-Hanan mourut; et Hadad régna à sa place. Le nom de sa ville était Pahi; et le nom de sa femme Mehéthabeel, fille de Mathred, fille de Mézahab. -
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva