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Louis Segond (1910) -
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|Eclesiastes 8:8|
L'homme n'est pas maître de son souffle pour pouvoir le retenir, et il n'a aucune puissance sur le jour de la mort; il n'y a point de délivrance dans ce combat, et la méchanceté ne saurait sauver les méchants.
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9
|Eclesiastes 8:9|
J'ai vu tout cela, et j'ai appliqué mon coeur à tout ce qui se fait sous le soleil. Il y a un temps où l'homme domine sur l'homme pour le rendre malheureux.
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10
|Eclesiastes 8:10|
Alors j'ai vu des méchants recevoir la sépulture et entrer dans leur repos, et ceux qui avaient agi avec droiture s'en aller loin du lieu saint et être oubliés dans la ville. C'est encore là une vanité.
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11
|Eclesiastes 8:11|
Parce qu'une sentence contre les mauvaises actions ne s'exécute pas promptement, le coeur des fils de l'homme se remplit en eux du désir de faire le mal.
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|Eclesiastes 8:12|
Cependant, quoique le pécheur fasse cent fois le mal et qu'il y persévère longtemps, je sais aussi que le bonheur est pour ceux qui craignent Dieu, parce qu'ils ont de la crainte devant lui.
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|Eclesiastes 8:13|
Mais le bonheur n'est pas pour le méchant, et il ne prolongera point ses jours, pas plus que l'ombre, parce qu'il n'a pas de la crainte devant Dieu.
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|Eclesiastes 8:14|
Il est une vanité qui a lieu sur la terre: c'est qu'il y a des justes auxquels il arrive selon l'oeuvre des méchants, et des méchants auxquels il arrive selon l'oeuvre des justes. Je dis que c'est encore là une vanité.
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|Eclesiastes 8:15|
J'ai donc loué la joie, parce qu'il n'y a de bonheur pour l'homme sous le soleil qu'à manger et à boire et à se réjouir; c'est là ce qui doit l'accompagner au milieu de son travail, pendant les jours de vie que Dieu lui donne sous le soleil.
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|Eclesiastes 8:16|
Lorsque j'ai appliqué mon coeur à connaître la sagesse et à considérer les choses qui se passent sur la terre, -car les yeux de l'homme ne goûtent le sommeil ni jour ni nuit,
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|Eclesiastes 8:17|
j'ai vu toute l'oeuvre de Dieu, j'ai vu que l'homme ne peut pas trouver ce qui se fait sous le soleil; il a beau se fatiguer à chercher, il ne trouve pas; et même si le sage veut connaître, il ne peut pas trouver.
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Sugestões

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05 de agosto LAB 583
AS MARCAS DO PECADO
Isaías 49-51
A escolha da missão de Jesus no planeta Terra para nos salvar do pecado deixou estampadas, na Divindade, marcas eternas. Marcas essas, objetivadas para operar a restauração de Israel, você deve saber. Faz parte desse “Israel”, todo aquele que se converte a Deus e torna-se um filho da fé do pai Abraão. Essa restauração desse povo, do qual você e eu fazemos parte, que está relatada aí em Isaías 49:8 em diante, é uma restauração explicada no capítulo 50. É a missão que restaura-nos do pecado. E é aí que entra em cena o casamento entre a nossa restauração e a obra de Jesus Cristo: uma aliança com marcas eternas. Vários tipos de marcas.
Certa vez, em uma família, havia um rapaz que apresentava um comportamento muito rebelde. Tiago tinha apenas 16 anos, e seus pais já não sabiam mais o que fazer com ele. Já se classificava como um adolescente que possuíra hábitos, posturas e atitudes muito terríveis. Fazia as coisas erradas, e se alguém o questionava, ele mentia. Se alguém o desmascarava, ele enfrentava, retrucava, respondia e desobedecia de novo. Terrível!
Diante disso, o pai desse garoto tomou uma atitude. Em um belo dia em que Tiago apareceu com um novo comportamento errado, o velho parou no meio da linda sala de jantar da família e pediu ao filho: “Tiago, sobre esta sua mais nova conduta, quero apenas uma coisa. Por favor, traga-me um martelo e um prego.” Apesar de não entender, o rapaz atendeu ao pedido, mas também já foi desafiando o pai: “Qual é? Vai punir-me fincando-me um prego? Posso denunciá-lo!” Em silêncio, com martelo e prego em mãos, o chefe da família foi até diante de um lindo quadro lindo, que havia numa das paredes daquela copa. Era um quadro caríssimo, de mogno puro, com uma imagem magnífica, toda esculpida. Então, aquele senhor cravou o prego bem no meio da obra de arte. Que horrível! O rapaz pensou: “Meu pai deve estar ficando louco!” Então, seu pai virou e disse-lhe: “Este prego é a lembrança do seu novo mau hábito. No dia em que você abandoná-lo, eu arranco o prego.” Para cada nova atitude errada do Tiago, um prego a mais no quadro; para cada nova atitude louvável, um prego a menos no quadro.
A desobediência deliberada daquele filho continuou até o dia em que percebeu que, no quadro, já havia muitos pregos. Então, resolveu mudar de atitude. E chegou o dia em que o pai pôde dizer-lhe: “Está vendo meu filho, já não há mais nenhum prego.” Mas, infelizmente, triste, Tiago teve que responder: “Mas as marcas continuam lá!”
Valdeci Júnior
Fátima Silva