-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Louis Segond (1910) -
-
11
|Provérbios 19:11|
L'homme qui a de la sagesse est lent à la colère, Et il met sa gloire à oublier les offenses.
-
12
|Provérbios 19:12|
La colère du roi est comme le rugissement d'un lion, Et sa faveur est comme la rosée sur l'herbe.
-
13
|Provérbios 19:13|
Un fils insensé est une calamité pour son père, Et les querelles d'une femme sont une gouttière sans fin.
-
14
|Provérbios 19:14|
On peut hériter de ses pères une maison et des richesses, Mais une femme intelligente est un don de l'Eternel.
-
15
|Provérbios 19:15|
La paresse fait tomber dans l'assoupissement, Et l'âme nonchalante éprouve la faim.
-
16
|Provérbios 19:16|
Celui qui garde ce qui est commandé garde son âme; Celui qui ne veille pas sur sa voie mourra.
-
17
|Provérbios 19:17|
Celui qui a pitié du pauvre prête à l'Eternel, Qui lui rendra selon son oeuvre.
-
18
|Provérbios 19:18|
Châtie ton fils, car il y a encore de l'espérance; Mais ne désire point le faire mourir.
-
19
|Provérbios 19:19|
Celui que la colère emporte doit en subir la peine; Car si tu le libères, tu devras y revenir.
-
20
|Provérbios 19:20|
Ecoute les conseils, et reçois l'instruction, Afin que tu sois sage dans la suite de ta vie.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva