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Luther (1912) -
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|Hebreus 3:19|
Und wir sehen, daß sie nicht haben können hineinkommen um des Unglaubens willen.
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|Hebreus 4:1|
So lasset uns nun fürchten, daß wir die Verheißung, einzukommen zu seiner Ruhe, nicht versäumen und unser keiner dahinten bleibe.
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|Hebreus 4:2|
Denn es ist uns auch verkündigt gleichwie jenen; aber das Wort der Predigt half jenen nichts, da nicht glaubten die, so es hörten."
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|Hebreus 4:3|
Denn wir, die wir glauben, gehen in die Ruhe, wie er spricht: ""Daß ich schwur in meinem Zorn, sie sollten zu meiner Ruhe nicht kommen."" Und zwar, da die Werke von Anbeginn der Welt gemacht waren,"
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4
|Hebreus 4:4|
sprach er an einem Ort von dem siebenten Tag also: ""Und Gott ruhte am siebenten Tage von allen seinen Werken;"""
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|Hebreus 4:5|
und hier an diesem Ort abermals: ""Sie sollen nicht kommen zu meiner Ruhe."""
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|Hebreus 4:6|
Nachdem es nun noch vorhanden ist, daß etliche sollen zu ihr kommen, und die, denen es zuerst verkündigt ist, sind nicht dazu gekommen um des Unglaubens willen,
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|Hebreus 4:7|
bestimmt er abermals einen Tag nach solcher langen Zeit und sagt durch David: ""Heute,"" wie gesagt ist, ""so ihr seine Stimme hören werdet, so verstocket eure Herzen nicht."""
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|Hebreus 4:8|
Denn so Josua hätte sie zur Ruhe gebracht, würde er nicht hernach von einem andern Tage gesagt haben.
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|Hebreus 4:9|
Darum ist noch eine Ruhe vorhanden dem Volke Gottes.
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Sugestões

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26 de fevereiro LAB 423
POR CAUSA DO PODER OU POR CAUSA DO AMOR?
Deuteronômio 04-07
Certa vez, um menino estava sentado perto de uma porteira, que dava acesso a uma propriedade. Ele estava ali fazendo o papel de porteiro quando, de repente, diante dele estava, nada mais, nada menos que o poderoso imperador Napoleão Bonaparte, juntamente com todos os seus homens. E quando o grande e seus homens se aproximaram, querendo passar por aquela propriedade, tiveram um problema. O garoto, ousado, simplesmente teve a audácia de impedir o imperador.
- Não senhor! Por aqui o senhor não passa porque não pode! – o garoto disse.
Depois de argumentar um pouco, Napoleão já estava bravo. Zangado, ele gritou com o menino:
- Oh, rapaz, eu sou Napoleão Bonaparte, o imperador. Abra já este portão!
E agora? Muito educado, o menino tirou o chapéu e perguntou ao poderoso:
- Grande imperador, meu pai me deu uma ordem: não deixe ninguém passar. Aprendi que devo obedecer ao meu pai. Agora, me diga uma coisa, o senhor vai querer que eu desobedeça meu pai? Este portão está fechado por isso. É por isso que aqui ninguém passa, conforme meu pai determinou!
É... Parece que o garoto não tinha noção de que seu pai era só mais um, um simples camponês.
Então, Napoleão, como imperador, virou-se para seus generais e disse bem alto:
- Deem-me mil homens como este menino e conquistarei o mundo todo.
E daí ele deu meia volta e se foi por outro caminho.
Existem pessoas que acham tão difícil obedecer! Mas você sabe o que fazia com que aquele menino fosse tão obediente? O relacionamento com seu pai. Bem ali naquela porteira, no limite da estrada, pôde ser visto que o amor falou mais alto que o poder.
Agora, na encruzilhada da nossa leitura bíblica, nos encontramos com outro poderoso. Mas Ele não é só poderoso. Ele também é o pai do relacionamento próximo. E a discussão permanece: obediência. A grande questão é: obediência por causa do poder ou por causa do amor?
No começo da leitura, primeiro nosso Pai chega e conversa conosco sobre a importância da obediência, como ser obediente, o que obedecer... É um bate-papo legal! Mas também faz algumas proibições: “Olha, por essa porteira, não se pode passar.” Do verso 32 em diante, Ele deixa claro que é porque é Deus. É poderoso!
Se alguém tem dúvida, no capítulo cinco, as explicações estão bem detalhadas. Elas valem para hoje ainda. Mas no capítulo seis está a razão da obediência: o amor. É por amor que guardamos os mandamentos. E sabe qual é o fim da história? Leia o capítulo sete e você descobrirá.
Valdeci Júnior
Fátima Silva