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Greek (OT) Septuagint -
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|Cantares 3:7|
ιδου η κλινη του σαλωμων εξηκοντα δυνατοι κυκλω αυτης απο δυνατων ισραηλ
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|Cantares 3:8|
παντες κατεχοντες ρομφαιαν δεδιδαγμενοι πολεμον ανηρ ρομφαια αυτου επι μηρον αυτου απο θαμβους εν νυξιν
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|Cantares 3:9|
φορειον εποιησεν εαυτω ο βασιλευς σαλωμων απο ξυλων του λιβανου
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10
|Cantares 3:10|
στυλους αυτου εποιησεν αργυριον και ανακλιτον αυτου χρυσεον επιβασις αυτου πορφυρα εντος αυτου λιθοστρωτον αγαπην απο θυγατερων ιερουσαλημ
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|Cantares 3:11|
εξελθατε και ιδετε εν τω βασιλει σαλωμων εν τω στεφανω ω εστεφανωσεν αυτον η μητηρ αυτου εν ημερα νυμφευσεως αυτου και εν ημερα ευφροσυνης καρδιας αυτου
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|Cantares 4:1|
ιδου ει καλη η πλησιον μου ιδου ει καλη οφθαλμοι σου περιστεραι εκτος της σιωπησεως σου τριχωμα σου ως αγελαι των αιγων αι απεκαλυφθησαν απο του γαλααδ
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|Cantares 4:2|
οδοντες σου ως αγελαι των κεκαρμενων αι ανεβησαν απο του λουτρου αι πασαι διδυμευουσαι και ατεκνουσα ουκ εστιν εν αυταις
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3
|Cantares 4:3|
ως σπαρτιον το κοκκινον χειλη σου και η λαλια σου ωραια ως λεπυρον της ροας μηλον σου εκτος της σιωπησεως σου
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4
|Cantares 4:4|
ως πυργος δαυιδ τραχηλος σου ο ωκοδομημενος εις θαλπιωθ χιλιοι θυρεοι κρεμανται επ' αυτον πασαι βολιδες των δυνατων
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|Cantares 4:5|
δυο μαστοι σου ως δυο νεβροι διδυμοι δορκαδος οι νεμομενοι εν κρινοις
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva