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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nueva Versión Internacional -
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8
|Deuteronômio 3:8|
»Fue así como en aquella ocasión nos apoderamos del territorio de esos dos reyes amorreos, es decir, de toda la porción al este del Jordán, desde el arroyo Arnón hasta el monte Hermón,
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9
|Deuteronômio 3:9|
al que los sidonios llaman Sirión y los amorreos Senir.
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10
|Deuteronômio 3:10|
También nos apoderamos de todas las ciudades de la meseta, todo Galaad y todo Basán, hasta Salcá y Edrey, ciudades del reino de Og en Basán.
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11
|Deuteronômio 3:11|
Por cierto, el rey Og de Basán fue el último de los gigantes. Su cama 1 era de hierro y medía cuatro metros y medio de largo por dos de ancho. 2 Todavía se puede verla en Rabá de los amonitas.
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12
|Deuteronômio 3:12|
»Una vez que nos apoderamos de esa tierra, a los rubenitas y a los gaditas les entregué el territorio que está al norte de Aroer y junto al arroyo Arnón, y también la mitad de la región montañosa de Galaad con sus ciudades.
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13
|Deuteronômio 3:13|
El resto de Galaad y todo el reino de Og, es decir, Basán, se los entregué a la media tribu de Manasés. »Ahora bien, a toda la región de Argob en Basán se le conoce como tierra de gigantes.
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14
|Deuteronômio 3:14|
Yaír, uno de los descendientes de Manasés, se apoderó de toda la región de Argob hasta la frontera de los guesureos y los macateos, y a esa región de Basán le puso su propio nombre, llamándola Javot Yaír, 3 nombre que retiene hasta el día de hoy.
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15
|Deuteronômio 3:15|
A Maquir le entregué Galaad,
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|Deuteronômio 3:16|
y a los rubenitas y a los gaditas les entregué el territorio que se extiende desde Galaad hasta el centro del arroyo Arnón, y hasta el río Jaboc, que marca la frontera de los amonitas.
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17
|Deuteronômio 3:17|
Su frontera occidental era el Jordán en el Arabá, desde el lago Quinéret 4 hasta el mar del Arabá, que es el Mar Muerto, en las laderas del monte Pisgá.
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Sugestões

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25 de fevereiro LAB 422
ESQUEMA DO “PLANTA-COLHE”
Deuteronômio 01-03
Você já ouviu o ditado: “Quem planta, colhe?” Nem sempre, mas, muitas vezes, ele é verdadeiro. Quem planta, colhe... Colhe o quê? Aí é onde podemos criar outro ditado mais ou menos assim: se colhe o que se planta. Já pensou se você pegasse sementes de jabuticaba e as plantasse, mas não tivesse a garantia de que nasceria jabuticaba? Poderia, talvez, nascer melancia, maracujá, erva cidreira... Já pensou nisso?
O indivíduo plantaria uma roça inteira e não saberia se daria certo ou não. O mundo seria uma confusão tão grande, que seria um caos. Mas a verdade é que quem planta arroz, colhe arroz; quem planta milho, colhe milho; se plantar mandioca, colherá mandioca, se plantar beterraba, colherá beterraba; se plantar macarrão, colherá macarrão.... Opa! Pera aí! Aí não, né? Plantar macarrão, colherá macarrão? É aí onde não se aplica o ditado “quem planta, colhe”, porque nem tudo que se plantar pode nascer.
Esse esquema de plantar e colher pode muito bem ser visto na leitura bíblica de hoje. Nesses três capítulos que devemos ler, vemos “colheitadas” vindas de “plantadas”. Mas não se trata de vegetais. É o plantar e colher de ações humanas.
Em Deuteronômio 1, o povo estava indo em direção à Terra que Deus tinha prometido a eles. Receber a posse dessa terra era a bênção decorrente de eles terem seguido as orientações de Deus. Mas, infelizmente, ainda no mesmo capítulo, vemos o povo esquecendo da colheita que eles tinham pela frente e fizeram uma rebelião. Que papelão! Então, a partir do verso 34, tem aí o castigo que os israelitas começam a receber. Não é que Deus é um pai carrasco, que fica com a varinha na mão, esperando Seus filhos errarem para, então, Ele castigar. Não! Mas Deus lida com as consequências. Ele deixa que as consequências aconteçam para percebermos o esquema do “planta-colhe”.
Dê uma olhada em Deuteronômio 2. Desse capítulo, e estudando toda a história da jornada dos israelitas no deserto, aprendemos que a distância entre o Egito e Canaã não era tão longe. Eles gastariam apenas algumas semanas de viagem. Mas devido à teimosia deles, ficaram vagueando no deserto por 40 anos. É o esquema do “planta-colhe”.
Todavia, Deus é tão misericordioso que, muitas vezes, Ele entra na história e fura esse esquema. Ainda no capítulo 2 e início do 3, o Senhor deixa que o povo saia como vencedor. Logo adiante, vemos que a misericórdia de Deus não é injusta. Ele não tem esquemas para favorecer ninguém injustamente. Moisés também não escapou do esquema do “planta-colhe”.
E você? O que tem plantado no seu dia-a-dia? Reflita nisso!
Valdeci Júnior
Fátima Silva