-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
36-
Nueva Versión Internacional -
-
1
|Salmos 36:1|
Al director musical. De David, el siervo del SEÑOR. [1] Dice el pecador:«Ser impío lo llevo en el corazón». 33 No hay temor de Dios delante de sus ojos.
-
2
|Salmos 36:2|
Cree que merece alabanzas y no halla aborrecible su pecado.
-
3
|Salmos 36:3|
Sus palabras son inicuas y engañosas; ha perdido el buen juicio y la capacidad de hacer el bien.
-
4
|Salmos 36:4|
Aun en su lecho trama hacer el mal; se aferra a su mal camino y persiste en la maldad.
-
5
|Salmos 36:5|
Tu amor, SEÑOR, llega hasta los cielos; tu fidelidad alcanza las nubes.
-
6
|Salmos 36:6|
Tu justicia es como las altas montañas; 34 tus juicios, como el gran océano. Tú, SEÑOR, cuidas de hombres y animales;
-
7
|Salmos 36:7|
¡cuán precioso, oh Dios, es tu gran amor! Todo ser humano halla refugio a la sombra de tus alas.
-
8
|Salmos 36:8|
Se sacian de la abundancia de tu casa; les das a beber de tu río de deleites.
-
9
|Salmos 36:9|
Porque en ti está la fuente de la vida, y en tu luz podemos ver la luz.
-
10
|Salmos 36:10|
Extiende tu amor a los que te conocen, y tu justicia a los rectos de corazón.
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva