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P.Kulish (NT) (1871) -
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|1 João 2:1|
Дїточки мої, се пишу вам, щоб не грішили; а коли хто згрішить, заступника маємо перед Отцем, Ісуса Христа праведника.
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2
|1 João 2:2|
А Він вблаганнє за гріхи наші; не за наші ж тільки, а також цілого сьвіта.
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3
|1 João 2:3|
А по тому знаємо, що ми пізнали Його, коли заповідї Його хоронимо.
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4
|1 João 2:4|
Хто говорить: Я пізнав Його, а заповідей Його не хоронить, той ложник, і в тому нема правди,
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5
|1 João 2:5|
хто ж хоронить слово Його, істино у тому любов Божа звершена. По тому знаємо, що ми в Ньому.
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6
|1 João 2:6|
Хто говорить, що в Ньому пробував, повинен, яко ж Той ходив, і він так ходити.
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7
|1 João 2:7|
Брати, не заповідь нову пишу вам, а заповідь стару, котру маєте з почину; заповідь стара, се слово, котре ви чули з почину.
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8
|1 João 2:8|
Знов заповідь нову пишу вам, що єсть правдиве і в Ньому і в вас: що темрява переходить, а сьвітло правдиве вже сьвітить.
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9
|1 João 2:9|
Хто говорить, що він в сьвітлї, а ненавидить брата свого, той в темряві аж досі.
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10
|1 João 2:10|
Хто любить брата свого, в сьвітлї пробуває, і поблазнї у ньому нема;
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva