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P.Kulish (NT) (1871) -
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|1 João 4:11|
Любі, коли так Бог полюбив нас, то й ми повинні один одного любити.
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12
|1 João 4:12|
Бога ніколи нїхто не бачив; коли ж любимо один одного, то Бог у нас пробуває, і любов Його звершена в нас.
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13
|1 João 4:13|
По сьому пізнаємо, що в Ньому пробуваєм, а Він у нас, що від, Духа свого дав нам.
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14
|1 João 4:14|
А ми видїли й сьвідкувмо, що Отець післав Сина, Спасителя сьвіта.
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15
|1 João 4:15|
Коли хто визнає, що Ісус Син Божий, то в ньому пробуває Бог, а він у Бозї.
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16
|1 João 4:16|
Ми пізнали також, та й увірували в любов, котру має Бог до нас. Бог є любов, і хто пробуває в любові, в Бозї пробуває, а Бог в ньому.
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17
|1 João 4:17|
У сьому звершена любов у нас, щоб мати одвагу на день суду, бо який Він, такі й ми у сьвітї сьому.
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18
|1 João 4:18|
Страху нема в любові, а звершена любов геть виганяє страха, бо страх має муку, і хто лякаєть ся, той не звершений в любові.
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19
|1 João 4:19|
Ми любимо його, бо Він перший любив нас.
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20
|1 João 4:20|
Коли хто каже: я люблю Бога, а брата свого ненавидить, той ложник; бо хто не любить брата, котрого бачить. Бога, котрого не бачить, як може любити?
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva