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P.Kulish (NT) (1871) -
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|1 Pedro 4:1|
Тим же то, коли Христос страждав за нас тїлом, то й ви тією самою думкою оружіть ся; хто бо страждає тїлом, перестає грішити,
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2
|1 Pedro 4:2|
щоб уже не по хотїнню чоловічому, а по волї Божій, жити остальний час у тїдї.
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3
|1 Pedro 4:3|
Доволї бо з нас минувшого часу життя, що чинили волю поган, ходячи в розпусті, пристрастях, пияньстві, бенкетах, напитках і мерзських ідолослуженнях.
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4
|1 Pedro 4:4|
Чим і дивують ся, що ви не біжете разом з ними на розлив розпусти, хулячи;
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5
|1 Pedro 4:5|
котрі дадуть одвіт Тому, що готов судити живих і мертвих.
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6
|1 Pedro 4:6|
На се бо і мертвим проповідувано благовістє, щоб приняли суд по чоловіку тїлом, і жили по Бозї духом.
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7
|1 Pedro 4:7|
Усьому ж конець наближив ся. Будьте ж оце мудрі і тверезі до молитов.
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|1 Pedro 4:8|
Перш усього ж майте один до одного щиру любов, бо любов покривав множество гріхів.
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9
|1 Pedro 4:9|
Будьте гостинні один для одного без дорікання.
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10
|1 Pedro 4:10|
Кожний, яко ж приняв дар, так ним нехай служить один одному, як добрі доморядники всякої благодати Божої.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva