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P.Kulish (NT) (1871) -
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|Filemom 1:1|
Павел, вязник Ісуса Христа, та Тимотей брат, Филимонові, нашому любому і помічникові,
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|Filemom 1:2|
та любій Апфиї, та Архипові, товаришеві воїну нашому і домашній твоїй церкві:
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3
|Filemom 1:3|
Благодать вам і мир од Бога Отця нашого і Господа Ісуса Христа.
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4
|Filemom 1:4|
Дякую Богу моєму всякого часу, згадуючи тебе в молитвах моїх,
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|Filemom 1:5|
чуючи про любов твою та віру, що маєш до Господа Ісуса і до всїх сьвятих,
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6
|Filemom 1:6|
щоб спільність віри твоя була дїйственна в розумінню всякого добра, яке в вас є через Христа Ісуса.
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7
|Filemom 1:7|
Велику бо маємо радість і утїху з любови твоєї, бо серця сьвятих пізнали одради через тебе, брате.
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8
|Filemom 1:8|
Тим, хоч велику сьміливость маю в Христї, наказувати тобі, що треба,
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|Filemom 1:9|
та ради дюбови лучче благаю, бувши таким, як Павел, старець, тепер же і вязник Ісуса Христа;
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10
|Filemom 1:10|
благаю тебе про мого сина, котрого я породив у кайданах моїх, Онисима,
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva