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P.Kulish (NT) (1871) -
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|Gálatas 2:1|
Потім, по чотирнайцятя лїтах, пійшов я знов у Єрусалим із Варнавою, взявши з собою й Тита.
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2
|Gálatas 2:2|
А пійшов я по відкриттю, і предложив їм благовісте, котре проповідую між поганами, тільки па самоті, значнішим, чи не марно я ходжу або ходив.
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3
|Gálatas 2:3|
Та й Тит, що був зо мною, не був, яко Грек, примушений обрізатись.
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4
|Gálatas 2:4|
А лжебратам, що крадькома ввійшли, щоб підгледіти волю нашу, що маємо в Христї Ісусї, щоб нас підневолити,
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5
|Gálatas 2:5|
ми анї на годину не поступились, порючись, щоб істина благовістя пробувала в вас
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6
|Gálatas 2:6|
Від тих же, що здають ся чим бути (які вони колись були, менї байдуже: Бог не дивить ся на лице чоловіка); ті (кажу), що здають ся чим бути), на мене нїчого не наложили.
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7
|Gálatas 2:7|
Нї, противно, зрозумівши, ще звірено менї благовісте необрізання, яко ж Петрові обрізання:
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8
|Gálatas 2:8|
(хто бо допоміг Петрові до апостольства обрізання, допоміг і менї між поганами;)
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|Gálatas 2:9|
і пізнавши благодать, дану менї, Яков, та КиФа, та Йоан, що здавали ся стовпами, дали правицї менї та Варнаві на товаришуванне, щоб ми (були) для поган, а вони для обрізання;
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|Gálatas 2:10|
тільки щоб ми вбогих памятали, про що й я дбав, щоб се чинити.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva