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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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P.Kulish (NT) (1871) -
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1
|João 15:1|
Я правдива виноградина, а Отець мій виноградар.
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2
|João 15:2|
Кожну вітку в мене, що не родить овощу, відтинає її, а кожну, що родить овощ, обчищує її, щоб більш овощу родила.
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3
|João 15:3|
Вже ви чисті через слово, що я глаголав вам.
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4
|João 15:4|
Пробувайте в менї, і я в вас. Яко ж вітка не може овощу родити від себе, коли не пробувати ме на виноградині, так анї ви, коли в мені не будете пробувати.
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5
|João 15:5|
Я виноградина, ви віттє. Хто пробував в менї, а я в йому, той приносить багато овощу; бо без мене не можете робити нїчого.
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6
|João 15:6|
Коли хто не пробував в менї, буде викинутий геть, як вітка, і всохне, й зберуть їх, та й кинуть в огонь, і згорять.
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7
|João 15:7|
Коли пробувати мете в менї, а слова мої пробувати муть в вас, то, чого схочете, просити мете, і станеть ся.
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8
|João 15:8|
У сьому прославив ся Отець мій, щоб овощу багато давали ви, й були моїми учениками.
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9
|João 15:9|
Яко ж полюбив мене Отець, і я полюбив вас; пробувайте в любові моїй.
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10
|João 15:10|
Коли заповіді мої хоронити мете, пробувати мете в любові моїй; я хоронив заповідї Отця мого, й пробуваю в любові Його.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva