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Reina Valera (1960) -
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9
|Ester 2:9|
Y la doncella agradó a sus ojos, y halló gracia delante de él, por lo que hizo darle prontamente atavíos y alimentos, y le dio también siete doncellas especiales de la casa del rey; y la llevó con sus doncellas a lo mejor de la casa de las mujeres.
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10
|Ester 2:10|
Ester no declaró cuál era su pueblo ni su parentela, porque Mardoqueo le había mandado que no lo declarase.
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11
|Ester 2:11|
Y cada día Mardoqueo se paseaba delante del patio de la casa de las mujeres, para saber cómo le iba a Ester, y cómo la trataban.
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12
|Ester 2:12|
Y cuando llegaba el tiempo de cada una de las doncellas para venir al rey Asuero, después de haber estado doce meses conforme a la ley acerca de las mujeres, pues así se cumplía el tiempo de sus atavíos, esto es, seis meses con óleo de mirra y seis meses con perfumes aromáticos y afeites de mujeres,
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13
|Ester 2:13|
entonces la doncella venía así al rey. Todo lo que ella pedía se le daba, para venir ataviada con ello desde la casa de las mujeres hasta la casa del rey.
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14
|Ester 2:14|
Ella venía por la tarde, y a la mañana siguiente volvía a la casa segunda de las mujeres, al cargo de Saasgaz eunuco del rey, guarda de las concubinas; no venía más al rey, salvo si el rey la quería y era llamada por nombre.
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15
|Ester 2:15|
Cuando le llegó a Ester, hija de Abihail tío de Mardoqueo, quien la había tomado por hija, el tiempo de venir al rey, ninguna cosa procuró sino lo que dijo Hegai eunuco del rey, guarda de las mujeres; y ganaba Ester el favor de todos los que la veían.
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16
|Ester 2:16|
Fue, pues, Ester llevada al rey Asuero a su casa real en el mes décimo, que es el mes de Tebet, en el año séptimo de su reinado.
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17
|Ester 2:17|
Y el rey amó a Ester más que a todas las otras mujeres, y halló ella gracia y benevolencia delante de él más que todas las demás vírgenes; y puso la corona real en su cabeza, y la hizo reina en lugar de Vasti.
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18
|Ester 2:18|
Hizo luego el rey un gran banquete a todos sus príncipes y siervos, el banquete de Ester; y disminuyó tributos a las provincias, e hizo y dio mercedes conforme a la generosidad real.
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Sugestões

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09 de setembro LAB 618
PODERIA DEUS FRUSTRRAR-SE?
Ezequiel 39-41
Na leitura de hoje, entramos numa última grande seção do livro de Ezequiel, que reporta-se a um “Templo”. O capítulo 40 começa a descrever sobre o Novo Tempo.
E a pergunta que sempre surge na mente do leitor bíblico é: “A que templo a visão do fim do livro de Ezequiel se refere?”
De acordo com o teólogo Siegried Schwantes, para entender a direção da resposta desta pergunta, é importante saber a data aproximada em que essa visão aconteceu. Esta longa visão, que conclui o livro, é datada do vigésimo quinto ano do exílio de Exequiel. Como esse exílio ocorreu em 597 a.C., a visão data do ano 572 a.C. Em visão, o profeta é transportando à terra de Israel e posto sobre um alto monte, de onde pode contemplar o novo Templo. Um anjo lhe aparece para lhe descrever as várias partes do edifício, seu mobiliário, seus serviços e os ministrantes. A visão encerra com a divisão da terra entre as doze tribos.
A visão do Templo apresenta duas dificuldades: a) O templo nela descrito não corresponde aos dados que se encontram no Pentateuco para o antigo santuário; b) O templo que, em data posterior a esta visão, foi reconstruído em Jerusalém, tampouco correspondeu ao descrito na visão. Em vista disto, pergunta-se: “qual seria o propósito da visão?”.
Uma possível explicação é que uma nação vivendo de acordo com a vontade de Deus, na terra prometida, depois do exílio, teria construído este templo ideal e organizado-se segundo este ideal das tribos. Mas como o povo judeu não viveu à altura do ideal que Deus lhes propunha, um templo que obedecesse às estipulações descritas na visão nunca foi construído. E o povo nunca mais foi estabelecido naquele ideal da distribuição geográfica das 12 tribos.
Assim como Deus tinha um sonho para o antigo Israel, ele tem uma expectativa para você e para mim, hoje, também. Pois afinal, somos o Israel moderno de Deus (Gálatas 6:16). Entretanto, o sonho de Deus pode ser frustrado, dependendo da decisão do ser humano. Nisto, Deus não é impotente, mas ético. Ele limita-se a respeitar o atributo que nos deu, do livre arbítrio. Isso é uma honra até ao Seu próprio nome, pois como ele poderia primeiramente dar algo e depois não respeitar o que dera? E é assim que o Senhor expõe-se, voluntariamente, ao risco da frustração.
Eu imagino que você não queira frustrar Deus. Portanto, fica de lição para nós, que precisamos buscar o ideal de Deus hoje, para que Seus lindos planos possam sempre se cumprir na nossa vida.
“Voltem para o Senhor, e vocês viverão” (Amós 5:6).
Valdeci Júnior
Fátima Silva