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Reina Valera (1960) -
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1
|Rute 4:1|
Booz subió a la puerta y se sentó allí; y he aquí pasaba aquel pariente de quien Booz había hablado, y le dijo: Eh, fulano, ven acá y siéntate. Y él vino y se sentó.
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2
|Rute 4:2|
Entonces él tomó a diez varones de los ancianos de la ciudad, y dijo: Sentaos aquí. Y ellos se sentaron.
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3
|Rute 4:3|
Luego dijo al pariente: Noemí, que ha vuelto del campo de Moab, vende una parte de las tierras que tuvo nuestro hermano Elimelec.
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4
|Rute 4:4|
Y yo decidí hacértelo saber, y decirte que la compres en presencia de los que están aquí sentados, y de los ancianos de mi pueblo. Si tú quieres redimir, redime; y si no quieres redimir, decláramelo para que yo lo sepa; porque no hay otro que redima sino tú, y yo después de ti. Y él respondió: Yo redimiré.
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5
|Rute 4:5|
Entonces replicó Booz: El mismo día que compres las tierras de mano de Noemí, debes tomar también a Rut la moabita, mujer del difunto, para que restaures el nombre del muerto sobre su posesión.
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6
|Rute 4:6|
Y respondió el pariente: No puedo redimir para mí, no sea que dañe mi heredad. Redime tú, usando de mi derecho, porque yo no podré redimir.
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7
|Rute 4:7|
Había ya desde hacía tiempo esta costumbre en Israel tocante a la redención y al contrato, que para la confirmación de cualquier negocio, el uno se quitaba el zapato y lo daba a su compañero; y esto servía de testimonio en Israel.
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8
|Rute 4:8|
Entonces el pariente dijo a Booz: Tómalo tú. Y se quitó el zapato.
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9
|Rute 4:9|
Y Booz dijo a los ancianos y a todo el pueblo: Vosotros sois testigos hoy, de que he adquirido de mano de Noemí todo lo que fue de Elimelec, y todo lo que fue de Quelión y de Mahlón.
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10
|Rute 4:10|
Y que también tomo por mi mujer a Rut la moabita, mujer de Mahlón, para restaurar el nombre del difunto sobre su heredad, para que el nombre del muerto no se borre de entre sus hermanos y de la puerta de su lugar. Vosotros sois testigos hoy.
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Sugestões

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09 de março LAB 434
“FÉRMULA”
Josué 05-08
Você sabe como o povo de Israel iria conquistar a grande e poderosa cidade de Jericó? Tentar explicar isso seria tolice. Por isso, eles não teorizaram. Eles agiram conforme os comandos de Deus. Arriscar explicar um milagre é uma das maiores idiotices que um ser humano pode fazer. Se tenta explicá-lo, supõe-se que acredita que algo aconteceu de forma muito grandiosa. E se é milagre, veio de Deus. Mas o problema é que a pessoa se esquece que essa palavra significa exatamente algo que não seja explicável, porque se fosse explicável não seria milagre. “Milagres”: não se explicam, se aceitam. Então, de forma irônica e contraditória, quem tenta explicar um milagre está perdendo seu tempo porque está tentando explicar uma coisa que supostamente não existiria. Isso seria um tipo de loucura, concorda?
Uma contradição maior ainda é alguém que se diz cristão fazer algo assim. Afinal, se ele quer dar explicação para o que Deus fez de maneira milagrosa, tomando uma atitude de dizer que milagres não existem, está dizendo que Deus não existe. Ou, se o suposto deus de um cristão assim não é capaz de realizar milagre, então não é Deus. Para um cristão desse tipo, seria mais coerente se decidisse logo ser mais honesto com suas próprias ideias, sendo um ateu.
Encontrei uma maluquice dessas na Revista Bíblica de julho e agosto de 2007, em um artigo escrito por Ariel Alvarez Valdés. Com todo respeito à pessoa dele, fiquei com dó do conteúdo que esse camarada tentou colocar nessa revista, logo quando li o título: “Como caíram as muralhas de Jericó”. É impressionante como uma pessoa que se diz religiosa aventura-se a responder uma pergunta dessas. É só conhecer o livro de Hebreus para conhecer o porquê. Em Hebreus 11:30, encontramos a explicação bíblica da queda dos muros: “Pela fé caíram os muros de Jericó”.
E alguém pode questionar: “Ah, pastor! Então você está querendo acreditar numa fé cega?” Acho essa expressão (“fé cega”) uma das piadas mais insanas, sem sentido e desprovidas de inteligência que já vi na minha vida! Usar a suposta expressão “fé cega” para querer dizer que determinada atitude não seria inteligente ou plausível é estultice. O maior intelectual da Bíblia, o apóstolo Paulo, no mesmo capítulo onde explica a fórmula da queda dos muros de Jericó, também explica o que é fé. “Ora, fé é a prova das coisas que não vemos” (Hebreus 11:1). Será que alguém ainda deseja questionar que crer em milagre é ter a ignorância de uma fé cega? Desculpe, mas que questionamento mais sem sentido!
A fé é como o milagre: não se explica, se aceita.
Valdeci Júnior
Fátima Silva