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Sagradas Escrituras (1569) -
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8
|Eclesiastes 8:8|
No hay hombre que tenga potestad sobre el espíritu para retener el espíritu, ni potestad sobre el día de la muerte; y no valen armas en tal guerra; ni la impiedad librará al que la posee.
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9
|Eclesiastes 8:9|
Todo esto he visto, y he puesto mi corazón en todo lo que se hace debajo del sol; el tiempo en que el hombre se enseñorea del hombre para mal suyo.
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10
|Eclesiastes 8:10|
Entonces vi también que los impíos sepultados vinieron aún en memoria ; mas los que frecuentaban el lugar santo, fueron luego puestos en olvido en la ciudad donde con rectitud habían obrado. Esto también es vanidad.
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11
|Eclesiastes 8:11|
Porque no se ejecuta en seguida la sentencia sobre la mala obra, el corazón de los hijos de los hombres está en ellos lleno para hacer mal.
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12
|Eclesiastes 8:12|
Aunque el que peca haga mal cien veces, y le sea prolongado el juicio , con todo yo también sé que les irá bien a los que a Dios temen, los que temieren ante su presencia;
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|Eclesiastes 8:13|
y que al impío nunca le irá bien, ni le serán prolongados los días, que son como sombra; por cuanto no temió delante de la presencia de Dios.
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14
|Eclesiastes 8:14|
Hay otra vanidad que se hace sobre la tierra: que hay justos los cuales son pagados como si hicieran obras de impíos; y hay impíos, que son pagados como si hicieran obras de justos. Digo que esto también es vanidad.
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|Eclesiastes 8:15|
Por tanto alabé yo la alegría; que no tenga el hombre bien debajo del sol, sino que coma y beba, y se alegre; y que esto le quede de su trabajo los días de su vida que Dios le dio debajo del sol.
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|Eclesiastes 8:16|
Por lo cual yo di mi corazón a conocer sabiduría, y a ver la ocupación que se hace sobre la tierra (porque hay quien ni de noche ni de día ve sueño en sus ojos).
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|Eclesiastes 8:17|
Y he visto acerca de todas las obras de Dios, que el hombre no puede alcanzar a entender la obra que se hace debajo del sol; por mucho que trabaje el hombre buscándola, no la hallará; aunque diga el sabio que sabe, no la podrá alcanzar.
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Sugestões

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27 de maio LAB 513
ARRE(IM)PENDIMENTO
Neemias 09-11
A leitura de hoje começa mostrando uma história de arrependimento e confissão de pecados. Mas o que é arrependimento?
Na Bíblia, constatamos dois tipos básicos de arrependimento: um superficial e outro profundo. Paulo chama-os de tristeza segundo o mundo e tristeza segundo Deus. O primeiro é uma simples tristeza pelo fracasso, tendo mais a ver com remorso, como fuga das consequências. O arrependimento profundo é o reconhecimento de que fizemos algo errado, prejudicando alguém, e a firme decisão de consertar o erro e não voltar a cometê-lo.
A tristeza humana é o que sentimos por haver quebrado uma lei e sermos apanhados. A tristeza de origem divina é a que experimentamos por ter quebrantado um coração e ferido nosso melhor amigo.
O remorso pode ser exemplificado na atitude de Judas que, após ter traído Jesus, vendo que Jesus fora condenado, tocado de remorso e horrorizado apenas com as consequências de seus atos, retirou-se e foi enforcar-se. O arrependimento verdadeiro pode ser visto na postura de Pedro que, depois que negou a Cristo, lembrou da palavra que Jesus lhe dissera e, saindo dali, chorou amargamente. Continuou amando a Jesus e, pela consagração, teve seu comportamento restaurado.
É possível haver ARREPENDIMENTO sem CONVERSÃO, mas é impossível CONVERSÃO sem ARREPENDIMENTO. CONVERSÃO do quê? Do caminho de pecado que trilhamos. Isso nos leva a perceber que todos precisamos de ARREPENDIMENTO e mudança porque todos pecamos.
Eu o desafio a ler as passagens do Novo Testamento que relacionam os pecados, considerando cuidadosamente sua própria vida. Dê uma olhada cuidadosa em 1Coríntios 6:9-11; Gálatas 5:19-21; Efésios 5:3-7; Colossenses 3:5-11; 2Timóteo 3:1-5; Apocalipse 21:8. Honesta e responsavelmente precisamos admitir, por essas passagens, que estamos todos condenados, pelo menos por um pecado. Quando Deus relaciona tais pecados, está claramente pronunciando nossa culpa. Fazer o que Deus proibiu é pecado. Não fazer o que Ele exigiu é pecado. A consequência do pecado é a eterna separação de Deus. Eu tenho pecado; você tem pecado. Necessitamos do perdão misericordioso de Deus.
João Batista instruiu: “Produzi, pois, frutos dignos de ARREPENDIMENTO.” Uma pessoa que realmente mudou de atitude com respeito ao pecado manifestará essa mudança em suas ações, pois pelos seus frutos os conhecereis.
Você sabe que frutos são esses? Quando Davi estava se convertendo de seus pecados, ele pediu a Deus: “não me retires o teu Santo Espírito” (Salmo 51:11), ser Divino que produziria no rei convertido o Seu fruto: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:19-26).
Ore, confesse seus pecados a Deus e peça que Ele coloque em seu coração o verdadeiro ARREPENDIMENTO e, em sua vida, o poder para não pecar.
Valdeci Júnior
Fátima Silva