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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Synodal Translation (1876) -
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|2 Crônicas 25:1|
Двадцати пяти лет воцарился Амасия и двадцать девять лет царствовал в Иерусалиме; имя матери его Иегоаддань из Иерусалима.
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|2 Crônicas 25:2|
И делал он угодное в очах Господних, но не от полного сердца.
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|2 Crônicas 25:3|
Когда утвердилось за ним царство, тогда он умертвил рабов своих, убивших царя, отца его.
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|2 Crônicas 25:4|
Но детей их не умертвил, так как написано в законе, в книге Моисеевой, где заповедал Господь, говоря: не должны быть умерщвляемы отцы за детей, и дети не должны быть умерщвляемы за отцов, но каждый за свое преступление должен умереть.
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|2 Crônicas 25:5|
И собрал Амасия Иудеев и поставил их по поколениям под властьтысяченачальников и стоначальников, всех Иудеев и Вениаминян, и пересчитал их от двадцати лет и выше, и нашел их триста тысяч человек отборных, ходящих на войну, держащих копье и щит.
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|2 Crônicas 25:6|
И еще нанял из Израильтян сто тысяч храбрых воинов за стоталантов серебра.
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|2 Crônicas 25:7|
Но человек Божий пришел к нему и сказал: царь! пусть не идет с тобою войско Израильское, потому что нет Господа с Израильтянами, со всеми сынами Ефрема.
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|2 Crônicas 25:8|
Но иди ты один , делай дело, мужественно подвизайся на войне. Иначе повергнет тебя Бог пред лицем врага, ибо есть сила у Бога поддержать и повергнуть.
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|2 Crônicas 25:9|
И сказал Амасия человеку Божию: что же делать со ста талантами, которые я отдал войску Израильскому? И сказал человек Божий: может Господь дать тебе более сего.
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10
|2 Crônicas 25:10|
И отделил их Амасия, – войско, пришедшее к нему из земли Ефремовой, – чтоб онишли в свое место. И возгорелся сильно гнев их на Иудею, и они пошли назад в свое место, в пылу гнева.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva