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Synodal Translation (1876) -
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|Eclesiastes 6:1|
Есть зло, которое видел я под солнцем, и оно часто бывает между людьми:
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|Eclesiastes 6:2|
Бог дает человеку богатство и имущество и славу, и нет для души егонедостатка ни в чем, чего не пожелал бы он; но не дает ему Бог пользоваться этим, а пользуется тем чужой человек: это – суета и тяжкий недуг!
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|Eclesiastes 6:3|
Если бы какой человек родил сто детей , и прожил многие годы, и еще умножились дни жизни его, но душа его не наслаждалась бы добром и не было бы ему и погребения, то я сказал бы: выкидыш счастливее его,
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4
|Eclesiastes 6:4|
потому что он напрасно пришел и отошел во тьму, и его имя покрыто мраком.
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5
|Eclesiastes 6:5|
Он даже не видел и не знал солнца: ему покойнее, нежели тому.
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|Eclesiastes 6:6|
А тот, хотя бы прожил две тысячи лет и не наслаждался добром, не все ли пойдет в одно место?
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|Eclesiastes 6:7|
Все труды человека – для рта его, а душа его не насыщается.
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|Eclesiastes 6:8|
Какое же преимущество мудрого перед глупым, какое – бедняка, умеющего ходить перед живущими?
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|Eclesiastes 6:9|
Лучше видеть глазами, нежели бродить душею. И это – также суета и томление духа!
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|Eclesiastes 6:10|
Что существует, тому уже наречено имя, и известно, что это – человек, и что он не может препираться с тем, кто сильнее его.
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Sugestões

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21 de março LAB 446
PENSANDO BEM...
Juízes 20-21
Laurence Richards, em seu livro The Teacher’s Coments, chamou-me a atenção para algo que eu nunca tinha pensado em relação ao livro de Juízes e a nossa sociedade moderna. Se você observar na sua Bíblia, ao terminar de ler esse livro, vai deparar-se com a frase: “Naquela época, não havia rei em Israel; cada um fazia o que lhe parecia certo.” Na realidade, essa frase repete-se várias vezes em Juízes. Ela deve nos levar a pensar sobre tudo o que possa existir na nossa conduta que não esteja alinhado com a vida que Deus descreve na Sua Lei. Este é o ponto.
Pense bem: nos dias atuais, os tribunais têm a tendência de definir o que é obsceno usando como critérios o que seriam chamados de “padrões da sociedade”. Ou seja, o que as pessoas de uma comunidade considerarem obscenidade será obscenidade, e o que considerarem não-obsceno não será obsceno. E, desafortunadamente, isso é óbvio. Mas minha pergunta é: O que você acha desse critério?
Será que a frase “Naquela época... cada um fazia o que lhe parecia certo” e esse sistema moderno de estabelecer a “justiça” têm algo em comum? É claro que tem tudo a ver. Obviamente também estamos errados. A(s) nossa(s) comunidade(s) deveria(m) estabelecer como definições legais os conceitos morais e não as ações de crime. Mas parece quase impossível, pois como isso seria feito, se existe tanto desacordo sobre o que vem a ser “certo” e o que vem a ser “errado”? O pós-modernismo, o pluralismo e o amor pelo “politicamente correto” nos fizeram, como sociedade, afocinharmos nessa fossa insegura.
“E agora?” É a mesma pergunta que poderia ser feita e ser respondida no período dos Juízes. Temos a Bíblia, eles tinham o Pentateuco e a história de Josué. A própria Palavra de Deus, através de Josué e de Moisés, já tinha advertido aquele povo que a desobediência também traz consigo a semeadura da autodestruição. O contexto daquela sociedade do fim do livro de Juízes mostra esse conceito de uma maneira muito clara. A única variação é que o deteriorar das coisas, às vezes, é um processo longo ou um processo curto, mas é um processo que acontece. Pode demorar porque em determinadas situações, o fruto mortal e amargo talvez demore algumas gerações para ficar maduro. Mas o “Assim Diz o Senhor” é certo. A mortandade que um dia foi anunciada vai chegar. O que Deus fala, de forma muito inconfundível e irredutível, é a expressão dos princípios nos quais precisamos nos basear para sermos bem conduzidos nesta vida.
E os princípios você já sabe como pode encontrar: fazendo a leitura bíblica diária.
Valdeci Júnior
Fátima Silva