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Synodal Translation (1876) -
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|Miquéias 3:1|
И сказал я: слушайте, главы Иакова и князья дома Израилева: не вам ли должно знать правду?
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2
|Miquéias 3:2|
А вы ненавидите доброе и любите злое; сдираете с них кожу их и плоть с костей их,
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3
|Miquéias 3:3|
едите плоть народа Моего и сдираете с них кожу их, а кости их ломаете и дробите как бы в горшок, и плоть – как бы в котел.
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4
|Miquéias 3:4|
И будут они взывать к Господу, но Он не услышит их исокроет лице Свое от них на то время, как они злодействуют.
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5
|Miquéias 3:5|
Так говорит Господь на пророков, вводящих в заблуждение народ Мой, которые грызут зубами своими – и проповедуют мир, а кто ничего не кладет им в рот, против того объявляют войну.
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6
|Miquéias 3:6|
Посему ночь будет вам вместо видения, и тьма – вместо предвещаний;зайдет солнце над пророками и потемнеет день над ними.
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7
|Miquéias 3:7|
И устыдятся прозорливцы, и посрамлены будут гадатели, и закроют уста свои все они, потому что не будет ответа от Бога.
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8
|Miquéias 3:8|
А я исполнен силы Духа Господня, правоты и твердости, чтобывысказать Иакову преступление его и Израилю грех его.
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9
|Miquéias 3:9|
Слушайте же это, главы дома Иаковлева и князья дома Израилева,гнушающиеся правосудием и искривляющие все прямое,
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10
|Miquéias 3:10|
созидающие Сион кровью и Иерусалим – неправдою!
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva