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World English Bible -
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11
|Filipenses 2:11|
and that every tongue should confess that Jesus Christ is Lord, to the glory of God the Father.
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12
|Filipenses 2:12|
So then, my beloved, even as you have always obeyed, not only in my presence, but now much more in my absence, work out your own salvation with fear and trembling.
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13
|Filipenses 2:13|
For it is God who works in you both to will and to work, for his good pleasure.
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14
|Filipenses 2:14|
Do all things without murmurings and disputes,
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15
|Filipenses 2:15|
that you may become blameless and harmless, children of God without blemish in the midst of a crooked and perverse generation, among whom you are seen as lights in the world,
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16
|Filipenses 2:16|
"holding up the word of life; that I may have something to boast in the day of Christ, that I didn't run in vain nor labor in vain."
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17
|Filipenses 2:17|
Yes, and if I am poured out on the sacrifice and service of your faith, I rejoice, and rejoice with you all.
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18
|Filipenses 2:18|
In the same way, you also rejoice, and rejoice with me.
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19
|Filipenses 2:19|
But I hope in the Lord Jesus to send Timothy to you soon, that I also may be cheered up when I know how you are doing.
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20
|Filipenses 2:20|
For I have no one else like-minded, who will truly care about you.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva