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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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30
|Josué 8:30|
Then Joshua built an altar to Yahweh, the God of Israel, in Mount Ebal,
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31
|Josué 8:31|
as Moses the servant of Yahweh commanded the children of Israel, as it is written in the book of the law of Moses, an altar of uncut stones, on which no man had lifted up any iron. They offered burnt offerings on it to Yahweh, and sacrificed peace offerings.
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32
|Josué 8:32|
He wrote there on the stones a copy of the law of Moses, which he wrote in the presence of the children of Israel.
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33
|Josué 8:33|
"All Israel, and their elders and officers, and their judges, stood on this side of the ark and on that side before the priests the Levites, who carried the ark of Yahweh's covenant, the foreigner as well as the native; half of them in front of Mount Gerizim, and half of them in front of Mount Ebal, as Moses the servant of Yahweh had commanded at the first, that they should bless the people of Israel."
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34
|Josué 8:34|
Afterward he read all the words of the law, the blessing and the curse, according to all that is written in the book of the law.
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35
|Josué 8:35|
There was not a word of all that Moses commanded, which Joshua didn't read before all the assembly of Israel, with the women, the little ones, and the foreigners who were among them.
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1
|Josué 9:1|
It happened, when all the kings who were beyond the Jordan, in the hill country, and in the lowland, and on all the shore of the great sea in front of Lebanon, the Hittite, the Amorite, the Canaanite, the Perizzite, the Hivite, and the Jebusite, heard of it
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2
|Josué 9:2|
that they gathered themselves together to fight with Joshua and with Israel, with one accord.
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3
|Josué 9:3|
But when the inhabitants of Gibeon heard what Joshua had done to Jericho and to Ai,
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4
|Josué 9:4|
they also resorted to a ruse, and went and made as if they had been ambassadors, and took old sacks on their donkeys, and wineskins, old and torn and bound up,
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva