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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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15
|Josué 14:15|
Now the name of Hebron before was Kiriath Arba, after the greatest man among the Anakim. The land had rest from war.
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1
|Josué 15:1|
The lot for the tribe of the children of Judah according to their families was to the border of Edom, even to the wilderness of Zin southward, at the uttermost part of the south.
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2
|Josué 15:2|
"Their south border was from the uttermost part of the Salt Sea, from the bay that looks southward;"
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3
|Josué 15:3|
"and it went out southward of the ascent of Akrabbim, and passed along to Zin, and went up by the south of Kadesh Barnea, and passed along by Hezron, went up to Addar, and turned about to Karka;"
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4
|Josué 15:4|
"and it passed along to Azmon, went out at the brook of Egypt; and the border ended at the sea. This shall be your south border."
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5
|Josué 15:5|
The east border was the Salt Sea, even to the end of the Jordan. The border of the north quarter was from the bay of the sea at the end of the Jordan.
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6
|Josué 15:6|
"The border went up to Beth Hoglah, and passed along by the north of Beth Arabah; and the border went up to the stone of Bohan the son of Reuben."
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7
|Josué 15:7|
The border went up to Debir from the valley of Achor, and so northward, looking toward Gilgal, that is over against the ascent of Adummim, which is on the south side of the river. The border passed along to the waters of En Shemesh, and ended at En Rogel.
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8
|Josué 15:8|
"The border went up by the valley of the son of Hinnom to the side of the Jebusite southward (the same is Jerusalem); and the border went up to the top of the mountain that lies before the valley of Hinnom westward, which is at the farthest part of the valley of Rephaim northward."
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9
|Josué 15:9|
"The border extended from the top of the mountain to the spring of the waters of Nephtoah, and went out to the cities of Mount Ephron; and the border extended to Baalah (the same is Kiriath Jearim);"
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Sugestões

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24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva