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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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15
|Josué 14:15|
Now the name of Hebron before was Kiriath Arba, after the greatest man among the Anakim. The land had rest from war.
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1
|Josué 15:1|
The lot for the tribe of the children of Judah according to their families was to the border of Edom, even to the wilderness of Zin southward, at the uttermost part of the south.
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2
|Josué 15:2|
"Their south border was from the uttermost part of the Salt Sea, from the bay that looks southward;"
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3
|Josué 15:3|
"and it went out southward of the ascent of Akrabbim, and passed along to Zin, and went up by the south of Kadesh Barnea, and passed along by Hezron, went up to Addar, and turned about to Karka;"
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4
|Josué 15:4|
"and it passed along to Azmon, went out at the brook of Egypt; and the border ended at the sea. This shall be your south border."
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5
|Josué 15:5|
The east border was the Salt Sea, even to the end of the Jordan. The border of the north quarter was from the bay of the sea at the end of the Jordan.
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6
|Josué 15:6|
"The border went up to Beth Hoglah, and passed along by the north of Beth Arabah; and the border went up to the stone of Bohan the son of Reuben."
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7
|Josué 15:7|
The border went up to Debir from the valley of Achor, and so northward, looking toward Gilgal, that is over against the ascent of Adummim, which is on the south side of the river. The border passed along to the waters of En Shemesh, and ended at En Rogel.
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8
|Josué 15:8|
"The border went up by the valley of the son of Hinnom to the side of the Jebusite southward (the same is Jerusalem); and the border went up to the top of the mountain that lies before the valley of Hinnom westward, which is at the farthest part of the valley of Rephaim northward."
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9
|Josué 15:9|
"The border extended from the top of the mountain to the spring of the waters of Nephtoah, and went out to the cities of Mount Ephron; and the border extended to Baalah (the same is Kiriath Jearim);"
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva