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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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21
|Marcos 4:21|
"He said to them, "Is the lamp brought to be put under a basket or under a bed? Isn't it put on a stand?"
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22
|Marcos 4:22|
"For there is nothing hidden, except that it should be made known; neither was anything made secret, but that it should come to light."
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23
|Marcos 4:23|
"If any man has ears to hear, let him hear."
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24
|Marcos 4:24|
"He said to them, "Take heed what you hear. With whatever measure you measure, it will be measured to you, and more will be given to you who hear."
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25
|Marcos 4:25|
"For whoever has, to him will more be given, and he who doesn't have, even that which he has will be taken away from him."
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26
|Marcos 4:26|
"He said, "The Kingdom of God is as if a man should cast seed on the earth,"
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27
|Marcos 4:27|
and should sleep and rise night and day, and the seed should spring up and grow, he doesn't know how.
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28
|Marcos 4:28|
For the earth bears fruit: first the blade, then the ear, then the full grain in the ear.
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29
|Marcos 4:29|
"But when the fruit is ripe, immediately he puts forth the sickle, because the harvest has come."
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30
|Marcos 4:30|
"He said, "How will we liken the Kingdom of God? Or with what parable will we illustrate it?"
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva