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Young's Literal Translation -
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11
|Filemom 1:11|
who once was to thee unprofitable, and now is profitable to me and to thee,
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12
|Filemom 1:12|
whom I did send again, and thou him (that is, my own bowels) receive,
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13
|Filemom 1:13|
whom I did wish to retain to myself, that in thy behalf he might minister to me in the bonds of the good news,
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14
|Filemom 1:14|
and apart from thy mind I willed to do nothing, that as of necessity thy good deed may not be, but of willingness,
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15
|Filemom 1:15|
for perhaps because of this he did depart for an hour, that age-duringly thou mayest have him,
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16
|Filemom 1:16|
no more as a servant, but above a servant -- a brother beloved, especially to me, and how much more to thee, both in the flesh and in the Lord!
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17
|Filemom 1:17|
If, then, with me thou hast fellowship, receive him as me,
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18
|Filemom 1:18|
and if he did hurt to thee, or doth owe anything, this to me be reckoning;
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19
|Filemom 1:19|
I, Paul did write with my hand, I -- I will repay; that I may not say that also thyself, besides, to me thou dost owe.
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20
|Filemom 1:20|
Yes, brother, may I have profit of thee in the Lord; refresh my bowels in the Lord;
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Sugestões

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27 de novembro LAB 697
O ARREPENDIMENTO SEM REMORSO É CURATIVO
2Coríntios 05-07
Você já sentiu remorso? E arrependimento? Pensa que trata-se da mesma coisa? Não. A leitura bíblica de hoje fala de uma tristeza boa, que é a “tristeza segundo Deus”. Segundo a Bíblia, o bom desta tristeza é o fato de ela trazer o arrependimento, e não o remorso. O arrependimento é sadio. O remorso é venenoso.
Para que você entenda um pouco mais sobre as conseqüências do remorso, compartilho aqui uma história que encontrei no site “Nosso Pão Diário”. Conta-se que uma das personagens mais intrigantes de William Shakespeare é Lady MacBeth. Segundo o conto fictício do grande dramaturgo, euando esta senhora ouviu uma profecia que dizia que o seu marido se tornaria rei, ela o convenceu a assassinar o monarca então vigente.
Quando o ato sangrento foi levado a cabo, Macbeth ficou de consciência pesada. A esposa censurou a sua irritabilidade e ajudou-o a encobrir o crime.
O marido foi coroado rei. Mas isso não foi o fim da história. A resolução inicial de Lady transformou-se em remorso. Ela tornou-se mentalmente instável e não conseguia parar de lavar as mãos.
“Será que estas mãos nunca estarão limpas?”, perguntava ela. E a sua culpa acabou por levá-la ao suicídio. Grande coisa: uma “operação mãos limpas”! Isso lembra Pilatos, o camarada que sofreu de sentimento antecipado de culpa. Tanto o arrependimento quanto o remorso lidam com sentimento de culpa. O primeiro redime, o segundo destrói. O primeiro é um profundo senso moral que se entristece com o que é imoral. O segundo é simplesmente o medo das conseqüências dos atos maus. O primeiro é a vergonha na cara, o brio. O segundo é o orgulho em não pagar vexa, a auto-proteção egoística. A culpa é uma emoção que nos verga sempre que atravessamos uma fronteira moral.
Todos nós somos capazes de nos sentirmos culpados, quando violamos a lei de Deus escrita nos nossos corações (Leia Romanos 2:14-15). Uns lidam com a culpa como Pedro lidou, e dela se livram, ficando curados. Outros preferem agir como Judas, sendo assassinados pela própria culpa. E qual é a saída? Se confessarmos os nossos pecados, Jesus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça (1João 1:9). Esta é uma oportunidade que todos têm.
“Pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas, quer sejam más (1Coríntios 5:10)”. Mas se você estiver com Jesus, não há o que temer (1João 2:1), porque “se alguém está em Cristo, é nova criação (1Coríntios 5:17)”.
Valdeci Júnior
Fátima Silva