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Young's Literal Translation -
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8
|Tiago 3:8|
and the tongue no one of men is able to subdue, [it is] an unruly evil, full of deadly poison,
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9
|Tiago 3:9|
with it we do bless the God and Father, and with it we do curse the men made according to the similitude of God;
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10
|Tiago 3:10|
out of the same mouth doth come forth blessing and cursing; it doth not need, my brethren, these things so to happen;
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11
|Tiago 3:11|
doth the fountain out of the same opening pour forth the sweet and the bitter?
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12
|Tiago 3:12|
is a fig-tree able, my brethren, olives to make? or a vine figs? so no fountain salt and sweet water [is able] to make.
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13
|Tiago 3:13|
Who [is] wise and intelligent among you? let him shew out of the good behaviour his works in meekness of wisdom,
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14
|Tiago 3:14|
and if bitter zeal ye have, and rivalry in your heart, glory not, nor lie against the truth;
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15
|Tiago 3:15|
this wisdom is not descending from above, but earthly, physical, demon-like,
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16
|Tiago 3:16|
for where zeal and rivalry [are], there is insurrection and every evil matter;
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17
|Tiago 3:17|
and the wisdom from above, first, indeed, is pure, then peaceable, gentle, easily entreated, full of kindness and good fruits, uncontentious, and unhypocritical: --
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva