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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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17
|Levítico 7:17|
But if any of the flesh of the offering is still unused on the third day, it is to be burned with fire.
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18
|Levítico 7:18|
And if any of the flesh of the peace-offering is taken as food on the third day, it will not be pleasing to God and will not be put to the account of him who gives it; it will be unclean and a cause of sin to him who takes it as food.
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19
|Levítico 7:19|
And flesh touched by any unclean thing may not be taken for food: it is to be burned with fire; and as for the flesh of the peace-offerings, everyone who is clean may take it as food:
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20
|Levítico 7:20|
But he who is unclean when he takes as food the flesh of the peace-offerings, which are the Lord's, will be cut off from his people.
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21
|Levítico 7:21|
And anyone who, after touching any unclean thing of man or an unclean beast or any unclean and disgusting thing, takes as food the flesh of the peace-offerings, which are the Lord's, will be cut off from his people.
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22
|Levítico 7:22|
And the Lord said to Moses,
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23
|Levítico 7:23|
Say to the children of Israel: You are not to take any fat, of ox or sheep or goat, for food.
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24
|Levítico 7:24|
And the fat of that which comes to a natural death, and the fat of that which is attacked by beasts, may be used for other purposes, but not in any way for food.
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25
|Levítico 7:25|
For anyone who takes as food the fat of any beast of which men make an offering by fire to the Lord, will be cut off from his people.
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26
|Levítico 7:26|
And you are not to take for food any blood, of bird or of beast, in any of your houses.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva