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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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34
|Levítico 23:34|
Say to the children of Israel, On the fifteenth day of this seventh month let the feast of tents be kept to the Lord for seven days.
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35
|Levítico 23:35|
On the first day there will be a holy meeting: do no field-work.
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36
|Levítico 23:36|
Every day for seven days give an offering made by fire to the Lord; and on the eighth day there is to be a holy meeting, when you are to give an offering made by fire to the Lord; this is a special holy day: you may do no field-work on that day.
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37
|Levítico 23:37|
These are the fixed feasts of the Lord, to be kept by you as holy days of worship, for making an offering by fire to the Lord; a burned offering, a meal offering, an offering of beasts, and drink offerings; every one on its special day;
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38
|Levítico 23:38|
In addition to the Sabbaths of the Lord, and in addition to the things you give and the oaths you make and the free offerings to the Lord.
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39
|Levítico 23:39|
But on the fifteenth day of the seventh month, when you have got in all the fruits of the land, you will keep the feast of the Lord for seven days: the first day will be a Sabbath, and the eighth day the same.
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40
|Levítico 23:40|
On the first day, take the fruit of fair trees, branches of palm-trees, and branches of thick trees and trees from the riverside, and be glad before the Lord for seven days.
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41
|Levítico 23:41|
And let this feast be kept before the Lord for seven days in the year: it is a rule for ever from generation to generation; in the seventh month let it be kept.
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|Levítico 23:42|
For seven days you will be living in tents; all those who are Israelites by birth are to make tents their living-places:
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|Levítico 23:43|
So that future generations may keep in mind how I gave the children of Israel tents as their living-places when I took them out of the land of Egypt: I am the Lord your God.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva