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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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|Levítico 13:44|
Die man is melaats, hij is onrein; de priester zal hem ganselijk onrein verklaren, zijn plaag is op zijn hoofd.
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45
|Levítico 13:45|
Voorts zullen de klederen des melaatsen, in wien die plaag is, gescheurd zijn, en zijn hoofd zal ontbloot zijn, en hij zal de bovenste lip bewimpelen; daartoe zal hij roepen: Onrein, onrein!
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46
|Levítico 13:46|
Al de dagen, in welke deze plaag aan hem zal zijn, zal hij onrein zijn; onrein is hij, hij zal alleen wonen; buiten het leger zal zijn woning wezen.
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|Levítico 13:47|
Verder als aan een kleed de plaag der melaatsheid zal zijn, aan een wollen kleed, of aan een linnen kleed,
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|Levítico 13:48|
Of aan den scheerdraad, of aan den inslag van linnen, of van wol, of aan vel, of aan enig vellenwerk;
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49
|Levítico 13:49|
En die plaag aan het kleed, of aan het vel, of aan den scheerdraad, of aan den inslag, of aan enig vellentuig, groenachtig of roodachtig is; het is de plaag der melaatsheid; daarom zal zij den priester vertoond worden.
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50
|Levítico 13:50|
En de priester zal de plaag bezien; en hij zal hetgeen de plaag heeft, zeven dagen doen opsluiten.
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51
|Levítico 13:51|
Daarna zal hij op den zevenden dag de plaag bezien; zo de plaag uitgespreid is aan het kleed, of aan den scheerdraad, of aan den inslag, of aan het vel, tot wat werk dat vel zou mogen gemaakt zijn, die plaag is een knagende melaatsheid, het is onrein.
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52
|Levítico 13:52|
Daarom zal hij dat kleed, of die werpte, of dien inslag van wol, of van linnen, of alle vellentuig, waarin die plaag zal zijn, verbranden; want het is een knagende melaatsheid; het zal met vuur verbrand worden.
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53
|Levítico 13:53|
Doch indien de priester zal zien, dat, ziet, de plaag aan het kleed, of aan den scheerdraad, of aan den inslag, of aan enig vellentuig niet uitgespreid is;
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva