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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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|Levítico 13:54|
Zo zal de priester gebieden, dat men hetgeen, waaraan die plaag is, wasse, en hij zal dat andermaal zeven dagen doen opsluiten.
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55
|Levítico 13:55|
Als de priester, nadat het gewassen is, de plaag zal bezien hebben, dat, ziet, de plaag haar gedaante niet veranderd heeft, en de plaag niet uitgespreid is, het is onrein, gij zult het met vuur verbranden; het is een ingraving aan zijn achterste of aan zijn voorste zijde.
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56
|Levítico 13:56|
Indien nu de priester merken zal, dat, ziet, die plaag, nadat zij zal gewassen zijn, ingetrokken is; dan zal hij ze van het kleed, of van het vel, of van den scheerdraad, of van den inslag afscheuren.
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57
|Levítico 13:57|
Maar zo zij nog aan het kleed, of aan den scheerdraad, of aan den inslag, of aan enig vellentuig, gezien wordt, het is uitbottende melaatsheid; gij zult hetgeen, waaraan de plaag is, met vuur verbranden.
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58
|Levítico 13:58|
Maar het kleed, of de werpte, of de inslag, of alle vellentuig, dat gij gewassen zult hebben, als de plaag daarvan geweken zal zijn, dat zal andermaal gewassen worden, en het zal rein zijn.
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59
|Levítico 13:59|
Dit is de wet van de plaag der melaatsheid, van een wollen of linnen kleed, of een werpte, of een inslag, of alle vellentuig, om dat rein te verklaren, of onrein te verklaren.
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1
|Levítico 14:1|
Daarna sprak de HEERE tot Mozes, zeggende:
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2
|Levítico 14:2|
Dit zal de wet des melaatsen zijn, ten dage zijner reiniging: dat hij tot den priester zal gebracht worden.
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3
|Levítico 14:3|
En de priester zal buiten het leger gaan; als de priester merken zal, dat, ziet, die plaag der melaatsheid van den melaatse genezen is;
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4
|Levítico 14:4|
Zo zal de priester gebieden, dat men voor hem, die te reinigen zal zijn, twee levende reine vogelen neme, mitsgaders cederenhout, en scharlaken, en hysop.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva