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Nova Versão Internacional -
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10
|Miquéias 4:10|
Contorça-se em agonia, ó povo da cidade de Sião, como a mulher em trabalho de parto, porque agora terá que deixar os seus muros para habitar em campo aberto. Você irá para a Babilônia, e lá será libertada. Lá o SENHOR a resgatará da mão dos seus inimigos.
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11
|Miquéias 4:11|
Mas agora muitas nações estão reunidas contra você. Elas dizem: “Que Sião seja profanada, e que isso aconteça diante dos nossos olhos!”
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12
|Miquéias 4:12|
Mas elas não conhecem os pensamentos do SENHOR; não compreendem o plano daquele que as ajunta como feixes para a eira.
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13
|Miquéias 4:13|
“Levante-se e debulhe, ó cidade de Sião, pois eu darei a você chifres de ferro e cascos de bronze para despedaçar muitas nações.” Você consagrará ao SENHOR, ao Soberano de toda a terra, os ganhos ilícitos e a riqueza delas.
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1
|Miquéias 5:1|
Reúna suas tropas, ó cidade das tropas, [11] pois há um cerco contra nós. O líder de Israel será ferido na face, com uma vara.
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2
|Miquéias 5:2|
“Mas tu, Belém-Efrata, embora pequena entre os clãs [12] de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel. Suas origens [13] estão no passado distante, em tempos antigos. [14]”
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3
|Miquéias 5:3|
Por isso os israelitas serão abandonados até que aquela que está em trabalho de parto dê à luz. Então o restante dos irmãos do governante voltará para unir-se aos israelitas.
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4
|Miquéias 5:4|
Ele se estabelecerá e os pastoreará na força do SENHOR, na majestade do nome do SENHOR, o seu Deus. E eles viverão em segurança, pois a grandeza dele alcançará os confins da terra.
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5
|Miquéias 5:5|
Ele será a sua paz. Quando os assírios invadirem a nossa terra e marcharem sobre as nossas fortalezas, levantaremos contra eles sete pastores, até oito líderes escolhidos.
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6
|Miquéias 5:6|
Eles pastorearão [15] a Assíria com a espada, e a terra de Ninrode com a espada empunhada [16]. Eles nos livrarão quando os assírios invadirem a nossa terra, e entrarem por nossas fronteiras.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva