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Thai from KJV -
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|Eclesiastes 2:3|
ข้าพเจ้าครุ่นคิดในใจว่าจะทำอย่างไรกายจึงจะคึกคักด้วยเหล้าองุ่น และใจยังคงแนะนำข้าพเจ้าด้วยสติปัญญา และจะยึดความเขลาไว้อย่างไร จนข้าพเจ้าจะเห็นได้ว่า อะไรจะดีสำหรับให้บุตรทั้งหลายของมนุษย์กระทำภายใต้ท้องฟ้าตลอดชีวิตของเขา
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|Eclesiastes 2:4|
ข้าพเจ้ากระทำการใหญ่โต ข้าพเจ้าได้สร้างเรือนหลายหลัง และปลูกสวนองุ่นหลายแปลง
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|Eclesiastes 2:5|
ข้าพเจ้าทำสวนหย่อนใจและสวนผลไม้หลายแห่ง ปลูกต้นไม้มีผลทุกอย่างไว้ในสวนเหล่านั้น
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|Eclesiastes 2:6|
ข้าพเจ้าสร้างสระน้ำหลายสระสำหรับตัวเอง เพื่อจะใช้น้ำในสระนั้นรดหมู่ไม้ที่กำลังงอกงาม
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7
|Eclesiastes 2:7|
ข้าพเจ้าซื้อทาสชายหญิงไว้ มีทาสเกิดขึ้นในบ้าน ข้าพเจ้ายังมีฝูงวัวฝูงแพะแกะเป็นสมบัติมากกว่าของบรรดาคนที่อยู่ในกรุงเยรูซาเล็มก่อนข้าพเจ้าด้วย
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|Eclesiastes 2:8|
ข้าพเจ้าสะสมเงินทองไว้ด้วย และส่ำสมทรัพย์สมบัติอันควรคู่กับกษัตริย์และควรคู่กับเมืองทั้งหลาย ข้าพเจ้ามีนักร้องชายหญิงสำหรับตัว และเครื่องดนตรีทุกอย่าง ซึ่งเป็นสิ่งชอบใจบุตรทั้งหลายของมนุษย์
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|Eclesiastes 2:9|
ข้าพเจ้าจึงเป็นใหญ่เป็นโตและเพิ่มพูนมากกว่าบรรดาคนที่เคยอยู่มาก่อนข้าพเจ้าในเยรูซาเล็ม และสติปัญญาของข้าพเจ้ายังคงอยู่กับข้าพเจ้าด้วย
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10
|Eclesiastes 2:10|
สิ่งใดๆที่นัยน์ตาของข้าพเจ้าอยากเห็น ข้าพเจ้าก็ไม่ปิดบัง ข้าพเจ้ามิได้ห้ามใจจากความสนุกสนานใดๆ เพราะใจข้าพเจ้าพบความเพลิดเพลินในบรรดางานของข้าพเจ้า และนี่เป็นส่วนของข้าพเจ้าจากการงานทั้งสิ้นของข้าพเจ้า
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11
|Eclesiastes 2:11|
แล้วข้าพเจ้าหันมาดูบรรดาสิ่งที่มือข้าพเจ้ากระทำ และความเหน็ดเหนื่อยที่ข้าพเจ้าทุ่มเทลงไปและ ดูเถิด ทุกอย่างก็เป็นความว่างเปล่าและความวุ่นวายใจ และไม่มีประโยชน์อะไรภายใต้ดวงอาทิตย์
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|Eclesiastes 2:12|
ข้าพเจ้าจึงหันมาพิเคราะห์สติปัญญา ความบ้าบอและความเขลา เพราะคนที่มาภายหลังกษัตริย์จะทำอะไรได้บ้าง เขาก็กระทำสิ่งที่เขากระทำกันมานานแล้วนั้นได้
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva