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Thai from KJV -
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|3 João 1:1|
ข้าพเจ้าผู้ปกครอง เรียน กายอัสที่รัก ผู้ซึ่งข้าพเจ้ารักเนื่องในความจริง
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|3 João 1:2|
ท่านที่รัก ข้าพเจ้าปรารถนามากกว่าทุกสิ่งว่า ท่านจะจำเริญและมีสุขภาพดี อย่างจิตวิญญาณของท่านจำเริญอยู่นั้น
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|3 João 1:3|
เพราะว่าข้าพเจ้ามีความยินดีอย่างยิ่ง เมื่อพวกพี่น้องได้มา และเป็นพยานถึงความจริงที่อยู่ในตัวท่าน ตามที่ท่านได้ประพฤติตามความจริงนั้น
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|3 João 1:4|
ไม่มีสิ่งใดที่จะทำให้ข้าพเจ้ายินดียิ่งกว่านี้ คือที่ได้ยินว่า บุตรทั้งหลายของข้าพเจ้าประพฤติตามความจริง
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|3 João 1:5|
ท่านที่รัก เมื่อท่านกระทำสิ่งใดให้พี่น้องและให้แก่แขกที่มาบ้าน ท่านก็กระทำอย่างสัตย์ซื่อ
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6
|3 João 1:6|
เขาเหล่านั้นได้เป็นพยานต่อหน้าคริสตจักรในเรื่องความรักของท่าน ถ้าท่านจะช่วยจัดส่งเขาเหล่านั้นในการเดินทางของเขา ตามที่สมควรอย่างพระเจ้า ท่านก็จะกระทำดี
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7
|3 João 1:7|
เขาเหล่านั้นได้ออกไปเพราะเห็นแก่พระนามของพระองค์ และไม่ได้รับสิ่งใดจากพวกต่างชาติเลย
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|3 João 1:8|
ฉะนั้นเราควรต้อนรับคนอย่างนั้น เพื่อเราจะได้เป็นผู้ร่วมงานกับความจริง
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|3 João 1:9|
ข้าพเจ้าได้เขียนถึงคริสตจักร แต่ดิโอเตรเฟส ผู้อยากจะเป็นคนใหญ่คนโตในพวกเขา ได้รับรองเราไว้ไม่
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|3 João 1:10|
เหตุฉะนั้นถ้าข้าพเจ้ามา ข้าพเจ้าจะจดจำการกระทำทั้งหลายของเขา คือที่เขาพร่ำกล่าวใส่ความเราด้วยคำเลวทราม และเท่านั้นยังไม่สะใจ มิหนำซ้ำตัวเขาเองไม่ยอมรับรองพี่น้องเหล่านั้น และยังกีดกันคนที่ใคร่จะรับรองเขา และไล่เขาออกจากคริสตจักร
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva