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Young's Literal Translation -
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|2 Pedro 2:10|
and chiefly those going behind the flesh in desire of uncleanness, and lordship despising; presumptuous, self-complacent, dignities they are not afraid to speak evil of,
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|2 Pedro 2:11|
whereas messengers, in strength and power being greater, do not bear against them before the Lord an evil speaking judgment;
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|2 Pedro 2:12|
and these, as irrational natural beasts, made to be caught and destroyed -- in what things they are ignorant of, speaking evil -- in their destruction shall be destroyed,
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|2 Pedro 2:13|
about to receive a reward of unrighteousness, pleasures counting the luxury in the day, spots and blemishes, luxuriating in their deceits, feasting with you,
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|2 Pedro 2:14|
having eyes full of adultery, and unable to cease from sin, enticing unstable souls, having an heart exercised in covetousnesses, children of a curse,
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|2 Pedro 2:15|
having forsaken a right way, they did go astray, having followed in the way of Balaam the [son] of Bosor, who a reward of unrighteousness did love,
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|2 Pedro 2:16|
and had a rebuke of his own iniquity -- a dumb ass, in man`s voice having spoken, did forbid the madness of the prophet.
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17
|2 Pedro 2:17|
These are wells without water, and clouds by a tempest driven, to whom the thick gloom of the darkness to the age hath been kept;
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|2 Pedro 2:18|
for overswellings of vanity speaking, they do entice in desires of the flesh -- lasciviousnesses, those who had truly escaped from those conducting themselves in error,
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|2 Pedro 2:19|
liberty to them promising, themselves being servants of the corruption, for by whom any one hath been overcome, to this one also he hath been brought to servitude,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva