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Young's Literal Translation -
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20
|2 Pedro 2:20|
for, if having escaped from the pollutions of the world, in the acknowledging of the Lord and Saviour Jesus Christ, and by these again being entangled, they have been overcome, become to them hath the last things worse than the first,
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21
|2 Pedro 2:21|
for it were better to them not to have acknowledged the way of the righteousness, than having acknowledged [it], to turn back from the holy command delivered to them,
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22
|2 Pedro 2:22|
and happened to them hath that of the true similitude; `A dog did turn back upon his own vomit,` and, `A sow having bathed herself -- to rolling in mire.`
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1
|2 Pedro 3:1|
This, now, beloved, a second letter to you I write, in both which I stir up your pure mind in reminding [you],
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2
|2 Pedro 3:2|
to be mindful of the sayings said before by the holy prophets, and of the command of us the apostles of the Lord and Saviour,
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3
|2 Pedro 3:3|
this first knowing, that there shall come in the latter end of the days scoffers, according to their own desires going on,
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4
|2 Pedro 3:4|
and saying, `Where is the promise of his presence? for since the fathers did fall asleep, all things so remain from the beginning of the creation;`
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5
|2 Pedro 3:5|
for this is unobserved by them willingly, that the heavens were of old, and the earth out of water and through water standing together by the word of God,
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6
|2 Pedro 3:6|
through which the then world, by water having been deluged, was destroyed;
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7
|2 Pedro 3:7|
and the present heavens and the earth, by the same word are treasured, for fire being kept to a day of judgment and destruction of the impious men.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva