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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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40
|Atos 21:40|
And he having given him leave, Paul having stood upon the stairs, did beckon with the hand to the people, and there having been a great silence, he spake unto them in the Hebrew dialect, saying:
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1
|Atos 22:1|
`Men, brethren, and fathers, hear my defence now unto you;` --
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2
|Atos 22:2|
and they having heard that in the Hebrew dialect he was speaking to them, gave the more silence, and he saith, --
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3
|Atos 22:3|
`I, indeed, am a man, a Jew, having been born in Tarsus of Cilicia, and brought up in this city at the feet of Gamaliel, having been taught according to the exactitude of a law of the fathers, being zealous of God, as all ye are to-day.
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4
|Atos 22:4|
`And this way I persecuted unto death, binding and delivering up to prisons both men and women,
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5
|Atos 22:5|
as also the chief priest doth testify to me, and all the eldership; from whom also having received letters unto the brethren, to Damascus, I was going on, to bring also those there bound to Jerusalem that they might be punished,
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6
|Atos 22:6|
and it came to pass, in my going on and coming nigh to Damascus, about noon, suddenly out of the heaven there shone a great light round about me,
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7
|Atos 22:7|
I fell also to the ground, and I heard a voice saying to me, Saul, Saul, why me dost thou persecute?
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8
|Atos 22:8|
`And I answered, Who art thou, Lord? and he said unto me, I am Jesus the Nazarene whom thou dost persecute --
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9
|Atos 22:9|
and they who are with me the light did see, and became afraid, and the voice they heard not of him who is speaking to me --
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva