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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|Levítico 13:34|
And the priest hath seen the scall on the seventh day, and lo, the scall hath not spread in the skin, and its appearance is not deeper than the skin, and the priest hath pronounced him clean, and he hath washed his garments, and hath been clean.
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35
|Levítico 13:35|
`And if the scall spread greatly in the skin after his cleansing,
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|Levítico 13:36|
and the priest hath seen him, and lo, the scall hath spread in the skin, the priest seeketh not for the shining hair, he is unclean;
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|Levítico 13:37|
and if in his eyes the scall hath stayed, and black hair hath sprung up in it, the scall hath been healed -- he [is] clean -- and the priest hath pronounced him clean.
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38
|Levítico 13:38|
`And when a man or woman hath in the skin of their flesh bright spots, white bright spots,
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39
|Levítico 13:39|
and the priest hath seen, and lo, in the skin of their flesh white weak bright spots, it [is] a freckled spot broken out in the skin; he [is] clean.
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40
|Levítico 13:40|
`And when a man`s head [is] polished, he [is] bald, he [is] clean;
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41
|Levítico 13:41|
and if from the corner of his face his head is polished, he [is] bald of the forehead; he [is] clean.
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|Levítico 13:42|
`And when there is in the bald back of the head, or in the bald forehead, a very red white plague, it [is] a leprosy breaking out in the bald back of the head, or in the bald forehead;
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43
|Levítico 13:43|
and the priest hath seen him, and lo, the rising of the very red white plague in the bald back of the head, or in the bald forehead, [is] as the appearance of leprosy, in the skin of the flesh,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva