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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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1
|Levítico 13:1|
And Jehovah speaketh unto Moses, and unto Aaron, saying,
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2
|Levítico 13:2|
`When a man hath in the skin of his flesh a rising, or scab, or bright spot, and it hath become in the skin of his flesh a leprous plague, then he hath been brought in unto Aaron the priest, or unto one of his sons the priests;
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3
|Levítico 13:3|
and the priest hath seen the plague in the skin of the flesh, and the hair in the plague hath turned white, and the appearance of the plague [is] deeper than the skin of his flesh -- it [is] a plague of leprosy, and the priest hath seen him, and hath pronounced him unclean.
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4
|Levítico 13:4|
`And if the bright spot is white in the skin of his flesh, and its appearance is not deeper than the skin, and its hair hath not turned white, then hath the priest shut up [him who hath] the plague seven days.
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5
|Levítico 13:5|
`And the priest hath seen him on the seventh day, and lo, the plague hath stood in his eyes, the plague hath not spread in the skin, and the priest hath shut him up a second seven days.
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6
|Levítico 13:6|
`And the priest hath seen him on the second seventh day, and lo, the plague is become weak, and the plague hath not spread in the skin -- and the priest hath pronounced him clean, it [is] a scab, and he hath washed his garments, and hath been clean.
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7
|Levítico 13:7|
`And if the scab spread greatly in the skin, after his being seen by the priest for his cleansing, then he hath been seen a second time by the priest;
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8
|Levítico 13:8|
and the priest hath seen, and lo, the scab hath spread in the skin, and the priest hath pronounced him unclean; it [is] leprosy.
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9
|Levítico 13:9|
`When a plague of leprosy is in a man, then he hath been brought in unto the priest,
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10
|Levítico 13:10|
and the priest hath seen, and lo, a white rising in the skin, and it hath turned the hair white, and a quickening of raw flesh [is] in the rising, --
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva