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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Cornilescu -
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|Apocalipse 6:15|
Împăraţii pămîntului, domnitorii, căpitanii oştilor, cei bogaţi şi cei puternici, toţi robii şi toţi oamenii slobozi s'au ascuns în peşteri şi în stîncile munţilor.
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16
|Apocalipse 6:16|
Şi ziceau munţilor şi stîncilor: ,,Cădeţi peste noi, şi ascundeţi-ne de Faţa Celui ce şade pe scaunul de domnie şi de mînia Mielului;
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17
|Apocalipse 6:17|
căci a venit ziua cea mare a mîniei Lui, şi cine poate sta în picioare?``
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1
|Apocalipse 7:1|
După aceea am văzut patru îngeri, cari stăteau în picioare în cele patru colţuri ale pămîntului. Ei ţineau cele patru vînturi ale pămîntului, ca să nu sufle vînt pe pămînt, nici pe mare, nici peste vreun copac.
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2
|Apocalipse 7:2|
Şi am văzut un alt înger, care se suia dinspre răsăritul soarelui, şi care avea pecetea Dumnezeului celui viu. El a strigat cu glas tare la cei patru îngeri, cărora le fusese dat să vatăme pămîntul şi marea,
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3
|Apocalipse 7:3|
zicînd: ,,Nu vătămaţi pămîntul, nici marea, nici copacii, pînă nu vom pune pecetea pe fruntea slujitorilor Dumnezeului nostru!``
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4
|Apocalipse 7:4|
Şi am auzit numărul celor ce fuseseră pecetluiţi: o sută patru zeci şi patru de mii, din toate seminţiile fiilor lui Israel.
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5
|Apocalipse 7:5|
Din seminţia lui Iuda, douăsprezece mii erau pecetluiţi; din seminţia lui Ruben, douăsprezece mii; din seminţia lui Gad, douăsprezece mii;
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6
|Apocalipse 7:6|
din seminţia lui Aşer, douăsprezece mii; din seminţia lui Neftali, douăsprezece mii; din seminţia lui Manase, douăsprezece mii;
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|Apocalipse 7:7|
din seminţia lui Simeon, douăsprezece mii; din seminţia lui Levi, douăsprezece mii; din seminţia lui Isahar, douăsprezece mii;
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva