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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Cornilescu -
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|Romanos 7:10|
Şi porunca, ea, care trebuia să-mi dea viaţa, mi -a pricinuit moartea.
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|Romanos 7:11|
Pentrucă păcatul a luat prilejul prin ea m'a amăgit, şi prin însăş, porunca aceasta m'a lovit cu moartea.
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|Romanos 7:12|
Aşa că Legea, negreşit, este sfîntă, şi porunca este sfîntă, dreaptă şi bună.
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|Romanos 7:13|
Atunci, un lucru bun mi -a dat moartea? Nicidecum. Dar păcatul, tocmai ca să iasă la iveală ca păcat, mi -a dat moartea printr'un lucru bun, pentruca păcatul să se arate afară din cale de păcătos, prin faptul că se slujea de aceeaş poruncă.
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|Romanos 7:14|
Ştim, în adevăr, că Legea este duhovnicească: dar eu sînt pămîntesc, vîndut rob păcatului.
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|Romanos 7:15|
Căci nu ştiu ce fac: nu fac ce vreau, ci fac ce urăsc.
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|Romanos 7:16|
Acum, dacă fac ce nu vreau, mărturisesc prin aceasta că Legea este bună.
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|Romanos 7:17|
Şi atunci, nu mai sînt eu cel ce face lucrul acesta, ci păcatul care locuieşte în mine.
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|Romanos 7:18|
Ştiu, în adevăr, că nimic bun nu locuieşte în mine, adică în firea mea pămîntească, pentrucă, ce -i drept, am voinţa să fac binele, dar n'am puterea să -l fac.
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|Romanos 7:19|
Căci binele, pe care vreau să -l fac, nu -l fac, ci răul, pe care nu vreau să -l fac, iacă ce fac!
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva