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João Ferreira de Almeida Atualizada -
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|Tito 2:1|
Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina.
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|Tito 2:2|
Exorta os velhos a que sejam temperantes, sérios, sóbrios, sãos na fé, no amor, e na constância;
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3
|Tito 2:3|
as mulheres idosas, semelhantemente, que sejam reverentes no seu viver, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras do bem,
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4
|Tito 2:4|
para que ensinem as mulheres novas a amarem aos seus maridos e filhos,
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5
|Tito 2:5|
a serem moderadas, castas, operosas donas de casa, bondosas, submissas a seus maridos, para que a palavra de Deus não seja blasfemada.
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6
|Tito 2:6|
Exorta semelhantemente os moços a que sejam moderados.
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7
|Tito 2:7|
Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra integridade, sobriedade,
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|Tito 2:8|
linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se confunda, não tendo nenhum mal que dizer de nós.
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|Tito 2:9|
Exorta os servos a que sejam submissos a seus senhores em tudo, sendo-lhes agradáveis, não os contradizendo
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|Tito 2:10|
nem defraudando, antes mostrando perfeita lealdade, para que em tudo sejam ornamento da doutrina de Deus nosso Salvador.
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Sugestões

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20 de maio LAB 506
EM TEMPO DE CRISE
2Crônicas 32-33
Ontem, comentei sobre Ezequias e tudo de bom que ele foi e fez. Porém, como nada é perfeito, na leitura de hoje, encontramos um problemão que Ezequias enfrentou. Desafio-lhe a complementar e entender melhor essa história em 2Reis 18-19.
Depois que Ezequias e o povo estavam há anos pagando impostos aos assírios - o povo que dominava a região, na época - e Ezequias ter então decidido se rebelar, os assírios vieram com tudo para cima deles. O profeta Isaías avisou Ezequias para ficar “bonzinho” (Isaías 30-313), mas ele não quis dar ouvidos! Os assírios, súditos de Senaqueribe, vieram do norte massacrando o reino de Israel, deixando terror e destruição por onde passavam. E agora estavam batendo à porta dos judeus. Quando se viu ameaçado, Ezequias mudou de ideia rapidamente e enviou o imposto que devia, mas aí não adiantava mais. Havia muitas taxas devido às multas de atraso.
Senaqueribe exigiu que os judeus se rendessem completamente. Novamente, Ezequias se recusou a fazer. A impressão que temos é de que houve duas invasões assírias, mas não é possível definir isso direito no texto bíblico. Não se sabe ao certo onde terminaria uma e começaria a outra. Mas num desses ataques, os assírios fizeram uma advertência aos judeus, dizendo que nem Deus os salvaria.
As palavras de Senaqueribe pareciam convincentes, pois nenhum dos deuses das outras nações tinha livrado ninguém das mãos dos poderosos assírios. Então, o que iria fazer os judeus pensarem que Seu Deus faria algo melhor por eles?
“Não ouçam Ezequias; rendam-se a mim e livrem-se do mesmo destino que tiveram esses outros que confiaram em seus deuses.” Imagine que você fosse um dos judeus dentro dos muros da cidade, tendo do lado de fora um exército numeroso e feroz, zombando do seu Deus e oferecendo promessas maravilhosas, desde que se rendesse. Mas, “o povo permaneceu calado e nada disse em resposta, pois o rei tinha ordenado: Não lhe respondam” (2Reis 18:36). Suponha que, no lugar de Ezequias, fosse o rei Acaz ou Jeorão, que tinham estado em profunda apostasia e liderado o povo assim. Judá estaria tão disposto a obedecer? Por que Ezequias conseguiu que eles confiassem nele e nas promessas de libertação de Deus? Perceba o papel que a reforma de Ezequias teve em ajudar a fortalecer a fé do povo de que Deus os livraria. O resultado seria diferente se não tivesse o reavivamento.
A sabedoria espiritual para discernir entre o certo e o errado na hora da crise não chega na hora da crise. Ela é adquirida antes, na proporção do quanto buscamos a Deus nos tempos de paz.
Valdeci Júnior
Fátima Silva