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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
- A incredulidade dos irmãos de Jesus
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1
|João 7:1|
Passadas estas coisas, Jesus andava pela Galileia, porque não desejava percorrer a Judeia, visto que os judeus procuravam matá-lo.
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2
|João 7:2|
Ora, a festa dos judeus, chamada de Festa dos Tabernáculos, estava próxima.
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3
|João 7:3|
Dirigiram-se, pois, a ele os seus irmãos e lhe disseram: Deixa este lugar e vai para a Judeia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes.
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4
|João 7:4|
Porque ninguém há que procure ser conhecido em público e, contudo, realize os seus feitos em oculto. Se fazes estas coisas, manifesta-te ao mundo.
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5
|João 7:5|
Pois nem mesmo os seus irmãos criam nele.
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6
|João 7:6|
Disse-lhes, pois, Jesus: O meu tempo ainda não chegou, mas o vosso sempre está presente.
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7
|João 7:7|
Não pode o mundo odiar-vos, mas a mim me odeia, porque eu dou testemunho a seu respeito de que as suas obras são más.
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8
|João 7:8|
Subi vós outros à festa; eu, por enquanto, não subo, porque o meu tempo ainda não está cumprido.
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9
|João 7:9|
Disse-lhes Jesus estas coisas e continuou na Galileia.
- Jesus na Festa dos Tabernáculos
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10
|João 7:10|
Mas, depois que seus irmãos subiram para a festa, então, subiu ele também, não publicamente, mas em oculto.
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Sugestões

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10 de outubro LAB 649
FALANDO EM FOFOCA...
Mateus 17-20
A maioria dos fuxiqueiros são inconscientes ou não-assumidos. Da leitura de hoje, quero destacar Mateus 18:15-17. “Se o teu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele, mostre-lhe o erro. Se ele o ouvir, você ganhou seu irmão. Mas se ele não o ouvir, leve consigo mais um ou dois outros, de modo que qualquer acusação seja confirmada pelo depoimento de duas ou três testemunhas. Se ele recusar ouvi-los, conte à igreja; e se ele se recusar a ouvir também a igreja, trate-o como pagão ou publicano”. Todos os cristãos deveriam conhecer esta regrinha básica dos relacionamentos. O pior é que muitos conhecem, mas dela se esquecem. Logo, cada um de nós deveria sempre fazer-se relembrar da mesma.
Você conhece alguém que diga mais ou menos assim?
- Não quero falar mal de fulano. Eu não fico falando por aí. Mas, só comentando com você...
Então narra um fato. E, em seguida:
- O que eu acho... Não, eu tenho certeza que o motivo é...
Já presenciou isso? O incrível, é que uma pessoa que se comporta assim, geralmente é alguém tido, por muitos, como pessoa de confiança, e ela mesma não julga-se fofoqueira. Mas é exatamente este tipo de mexeriqueiro que você mais deve temer. Se ele teve a coragem de falar o outro para você, com certeza, terá coragem de falar de você para os outros. Aliás, terá a covardia, porque tais atitudes são covardes. Quer a prova?
Se, quando essa pessoa, começar este tipo de comentários, você interrompê-la e disser:
- Amigo, antes que você me conte, quero perguntar-lhe: você já conversou sobre tudo isto com esta pessoa? Conseguiu resolver a parada com ela? Pôde ajudar-lhe? Ela autorizou-lhe a contar isto para mim?
Se esta pessoa for um fuxiqueiro crônico, vai sentir-se ofendida. Se for alguém vítima do hábito de fofocar, mas, ao mesmo tempo, sincera, vai cair em si. Porque o conselho bíblico está ligado à nossa índole moral, o que, mais popularmente, é conhecido como brio na cara. É por isto que alguns, nesta situação, ficam até vermelhos.
Manter a bandeira da nobreza em dizer apenas o que é preciso, quando preciso, a quem é preciso, não é fácil. Já fui abordado por fofoqueiros inconscientes ou não-assumidos muitas vezes. Algumas delas, pessoas muito queridas, próximas, amadas. Também já coloquei o exercício acima em prática, em muitas destas situações. Ganhei alguns, perdi outros, que até se diziam meus parentes, mas preferiram abraçar o gosto acariciado pela desonestidade no modo como lidar com as informações alheias. Eu prefiro ficar com a Bíblia.
Pratique estes exercícios, com a Bíblia e os diálogos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva