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Basic English Bible -
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17
|Gálatas 4:17|
Their interest in you is not good; but their desire is that you may be shut out, so that you may go after them.
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18
|Gálatas 4:18|
But it is good to have an interest in a good cause at all times, and not only when I am present with you.
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19
|Gálatas 4:19|
My children, of whom I am again in birth-pains till Christ is formed in you,
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20
|Gálatas 4:20|
Truly my desire is to be present with you now, using a changed voice; for I am troubled about you.
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21
|Gálatas 4:21|
Say, you whose desire it is to be under the law, do you not give ear to the law?
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22
|Gálatas 4:22|
Because it is in the Writings, that Abraham had two sons, one by the servant-woman, and one by the free woman.
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23
|Gálatas 4:23|
Now the son by the servant-woman has his birth after the flesh; but the son by the free woman has his birth through the undertaking of God.
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24
|Gálatas 4:24|
Which things have a secret sense; because these women are the two agreements; one from the mountain of Sinai, giving birth to servants, which is Hagar.
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25
|Gálatas 4:25|
Now this Hagar is the mountain Sinai in Arabia, and is the image of the Jerusalem which now is: which is a servant with her children.
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26
|Gálatas 4:26|
But the Jerusalem on high is free, which is our mother.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva