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Basic English Bible -
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4
|Jonas 4:4|
And the Lord said, Have you any right to be angry?
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5
|Jonas 4:5|
Then Jonah went out of the town, and took his seat on the east side of the town and made himself a roof of branches and took his seat under its shade till he saw what would become of the town.
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6
|Jonas 4:6|
And the Lord God made a vine come up over Jonah to give him shade over his head. And Jonah was very glad because of the vine.
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7
|Jonas 4:7|
But early on the morning after, God made ready a worm for the destruction of the vine, and it became dry and dead.
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8
|Jonas 4:8|
Then when the sun came up, God sent a burning east wind: and so great was the heat of the sun on his head that Jonah was overcome, and, requesting death for himself, said, Death is better for me than life.
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9
|Jonas 4:9|
And the Lord said to Jonah, Have you any right to be angry about the vine? And he said, I have a right to be truly angry.
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10
|Jonas 4:10|
And the Lord said, You had pity on the vine, for which you did no work and for the growth of which you were not responsible; which came up in a night and came to an end in a night;
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11
|Jonas 4:11|
And am I not to have mercy on Nineveh, that great town, in which there are more than a hundred and twenty thousand persons without the power of judging between right and left, as well as much cattle?
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Sugestões

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24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva