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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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11
|Mateus 9:11|
And when the Pharisees saw it, they said to his disciples, Why does your Master take food with tax-farmers and sinners?
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12
|Mateus 9:12|
But on hearing this he said, Those who are well have no need of a medical man, but those who are ill.
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13
|Mateus 9:13|
But go and take to heart the sense of these words, My desire is for mercy, not offerings: for I have come not to get the upright, but sinners.
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14
|Mateus 9:14|
Then the disciples of John came to him, saying, Why do we and the Pharisees frequently go without food, but your disciples do not?
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15
|Mateus 9:15|
And Jesus said to them, Will the friends of the newly-married man be sad as long as he is with them? But the days will come when he will be taken away from them, and then will they go without food.
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16
|Mateus 9:16|
And no man puts a bit of new cloth on an old coat, for by pulling away from the old, it makes a worse hole.
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17
|Mateus 9:17|
And men do not put new wine into old wine-skins; or the skins will be burst and the wine will come out, and the skins are of no more use: but they put new wine into new wine-skins, and so the two will be safe.
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18
|Mateus 9:18|
While he was saying these things to them, there came a ruler and gave him worship, saying, My daughter is even now dead; but come and put your hand on her, and she will come back to life.
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19
|Mateus 9:19|
And Jesus got up and went after him, and so did his disciples.
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20
|Mateus 9:20|
And a woman, who for twelve years had had a flow of blood, came after him, and put her hand on the edge of his robe:
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva