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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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11
|Números 27:11|
And if his father has no brothers, then give it to his nearest relation in the family, as his heritage: this is to be a decision made by law for the children of Israel, as the Lord gave orders to Moses.
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12
|Números 27:12|
And the Lord said to Moses, Go up into this mountain of Abarim so that you may see the land which I have given to the children of Israel.
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13
|Números 27:13|
And when you have seen it, you will be put to rest with your people, as your brother Aaron was:
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14
|Números 27:14|
Because in the waste land of Zin, when the people were angry, you and he went against my word and did not keep my name holy before their eyes, at the waters. (These are the waters of Meribah in Kadesh in the waste land of Zin.)
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15
|Números 27:15|
Then Moses said to the Lord,
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16
|Números 27:16|
Let the Lord, the God of the spirits of all flesh, put a man at the head of this people,
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17
|Números 27:17|
To go out and come in before them and be their guide; so that the people of the Lord may not be like sheep without a keeper.
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18
|Números 27:18|
And the Lord said to Moses, Take Joshua, the son of Nun, a man in whom is the spirit, and put your hand on him;
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19
|Números 27:19|
And take him before Eleazar the priest and all the meeting of the people, and give him his orders before their eyes.
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20
|Números 27:20|
And put your honour on him, so that all the children of Israel may be under his authority.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva