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Biblia de Jerusalén (1976) -
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|Esdras 7:1|
Después de estos acontecimientos, bajo el reinado de Artajerjes, rey de Persia, Esdras, hijo de Seraías, hijo de Azarías, hijo de Jilquías,
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2
|Esdras 7:2|
hijo de Sallum, hijo de Sadoq, hijo de Ajitub,
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3
|Esdras 7:3|
hijo de Amarías, hijo de Azarías, hijo de Merayot,
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4
|Esdras 7:4|
hijo de Zerajías, hijo de Uzzí, hijo de Buqquí,
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5
|Esdras 7:5|
hijo de Abisúa, hijo de Pinjás, hijo de Eleazar, hijo del sumo sacerdote Aarón,
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6
|Esdras 7:6|
este Esdras subió de Babilonia. Era un escriba versado en la Ley de Moisés que había dado Yahveh, Dios de Israel. Como la mano de Yahveh su Dios estaba con él, el rey le concedió todo lo que pedía.
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7
|Esdras 7:7|
Subieron también a Jerusalén, el año séptimo del rey Artajerjes, parte de los israelitas, de los sacerdotes, levitas, cantores, porteros y donados.
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8
|Esdras 7:8|
El llegó a Jerusalén el mes quinto: era el año séptimo del rey.
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|Esdras 7:9|
Había dispuesto para el día uno del primer mes su salida de Babilonia, y el día uno del quinto mes llegaba a Jerusalén. ¡La mano bondadosa de su Dios estaba con él!
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10
|Esdras 7:10|
Porque Esdras había aplicado su corazón a escrutar la Ley de Yahveh, a ponerla en práctica y a enseñar en Israel los preceptos y las normas.
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Sugestões

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30 de agosto LAB 608
VELHO SISTEMA
Ezequiel 08-10
O texto bíblico proposto para hoje me fez pensar no perigo que ainda cerca, da idolatria. Talvez você não o perceba apenas porque ele tenha trocado de roupas, mas ele está aí. Isso me fez lembrar de um ótimo artigo – “Novos Ídolos, Velho Sistema” – do Felipe Lemos, que li há um tempo atrás, e que quero compartilhar aqui com você, de forma resumida.
Na opinião desse jornalista, a sociedade que busca referências de todos os tipos, nem que seja para justificar seu modo de ser, não consegue viver sem que alguns indivíduos funcionem como parâmetros para seus comportamentos. Nem que esses parâmetros não sejam os melhores no que diz respeito à qualidade de vida, fortalecimento dos laços familiares ou espiritualidade.
E esse blogueiro então nos faz lembrar da morte de Michael Jackson, que levou alguns a uma rápida reflexão sobre a brevidade da vida. Mas depois de pouco tempo essas mesmas pessoas não se lembrarão mais dos fatos que circundaram a morte de Jackson. Nem se preocuparão mais com a necessidade de repensar seus valores e princípios pessoais. E muitos irão atrás de novos ídolos, novas pessoas nas quais irão fundamentar seus sonhos, desejos, aspirações, enfim, novos ícones para os quais devotarão boa parte de seu tempo, recursos e capacidade intelectual. O velho sistema retornará na vida de tantos que poderiam ter uma nova perspectiva. Como eu lhe disse, o que muda é apenas a roupagem.
Concordamos que na Bíblia há um complemento à lamentação de Ezequiel pela idolatria: não ameis o mundo, nem o que há no mundo; o mundo passa, junto com a sua libertinagem, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. Quem escreveu este suplemento foi João, o apóstolo, apresentando-nos a grande contradição. Pois a sociedade parece entender que a morte de “ídolos” afeta apenas um pouco, mas que as repercussões vão passar e todos poderão continuar vivendo despretensiosamente da mesma forma sem se preocupar com o amanhã, com valores, com regras, com normas, com princípios, porque vão surgir outros nomes para ocupar espaço em seu lugar e o velho sistema de amor aos ícones continuará. Por outro lado, a Bíblia ensina que todas essas coisas vão passar. Como passou em relação a Michael Jackson. Os que permanecem são aqueles que fazem a vontade de Deus.
Apegar-se ao Senhor é uma real garantia. Não é algo passageiro, transitório, efêmero. Claro que a morte chegará a muitos que lêem esse texto, mas a maneira como estiver nosso amor é que vai fazer a diferença. A quem amamos? O mundo ou Deus? Uma indagação com dupla possibilidade de resposta.
Fonte: www.felipelemos.blogspot.com – adaptado.
Valdeci Júnior
Fátima Silva